Um kit especial e multi funcional

Semana passada recebemos um presentinho muito legal e especial. Era pra ter feito este post logo, mas na correria que estou, agora é que consegui uns minutinhos pra falar direitinho.

O presente que ganhamos foi um Kit da Ortopé Eco. Teoricamente, seria um presente para a Alice, mas no fim das contas todo mundo saiu ganhando (menos o papai, este ficou de fora...rs). Uma linda sapatilha feita de materiais ecologicamente corretos: as malhas do cabedal, forro e das palmilhas são de fibra de bambu. E o solado é livre de cromo. Alice ficou linda com ela.

Mas você deve estar se perguntando: por que todo mundo saiu ganhando? Porque não é só isso que vem (claro, senão não seria um kit, né? hehehe). Junto com a sapatilha, vem também um vasinho de cerâmica, terra e sementes para plantar. E um bloquinho feito de papel reciclado e um lápis feito de reciclagem de embalagens de iogurte (o campeão, na minha opinião. Amei!).

Claro que o Vítor, do jeito que é, já se apropriou logo dos itens para plantar. E mal aguentou até o dia seguinte pra plantar, queria já, imediatamente, naquele segundo. Mesmo sendo noite. Agora sua plantinha está lá, crescendo dentro da terra. E ele esperando ansiosamente que ela ponha as caras pra fora.



Eu me apropriei do bloquinho e do lápis, que tava precisando pro meu curso de webdesign. O engraçado é que minha colega olhou pra eles e disse: lá vem a Tatiana, a menina das novidades! rs Ela também adorou a idéia inovadora do lápis.

Ah, faltou dizer que a caixa onde todo esse kit veio também é reciclável, né? Mas ela já teve uma nova destinação aqui em casa: guardar, lado a lado, todos os sapatinhos da nossa Cinderela.

Tá, eu bem que tentei tirar uma foto da Alice calçadinha com a sapatilha, como uma bela e educada mocinha. Mas claro que isso não foi possível, pois ela deve pensar que essa mãe dela é muito divertida, que vive colocando coisas muito bonitas e coloridas nos pés dela, locais ótimos e ideais para que ela os arranque e coloque diretamente na boca. Então, já sabem, né?

Recomendo também uma visita ao site da OrtopéEco. Lá tem, além dos modelos e dicas, o regulamento de uma promoção bem legal!

Presentinhos do coração

Eu, nessa minha vida de mãe/dona de casa/esposa/aluna de webdesign (chique, né?) tô com minha "cota" de posts toda atrasada. Então vou começar com as fotos dos presentinhos que a minha querida amiga Margaret, mandou pras crianças. Antes disso, ela até postou lá no blog dela, o Margaretss



A mulher é mais do que prendada. Ela corta, costura, cola, decora e tudo o mais, com um pé nas costas e o olho vendado. A mulher é porreta!! E mandou pros pequenos duas almofadas, uma pra cada um, com bracinhos, perninhas, rostinhos e nominhos, tudo uma fofura só!


Não liga não, que tem mais foto do Vítor do que da Alice. É que agora ela não fica mais quieta e todas as fotos saem borradas. Então só dá pra tirar quando ela está com sono, quase parando. Então parece que está emburrada, mas não é não, viu?


E Vítor tá acostumado a ser meu garoto propaganda, fazer pose pra todas as fotos que eu quero, do jeito que eu peço... hehehe

E o presente não foi pra mim não, mas quem agradece sou eu, tá? Obrigada amigona!!!

Passagem relâmpago!

Tanta coisa pra contar e tão pouco tempo pra escrever. Então post rapidinho, só pra atualizar. Assim que voltei a trabalhar, depois da internação da Alice, fui demitida. Eles estavam só esperando que a Alice completasse 6 meses - quando acabava a minha estabilidade. Como disse uma amiga minha, Ivete Vargas deve estar se remexendo no túmulo, mas enfim...

Estou aproveitando o tempo pra fazer o meu tão almejado curso de web design. Também viajei por uns dias com as crianças, minha mãe e minha irmã. Estou colocando minha vida em ordem, a casa, essas coisas. Quando eu terminar o curso, volto a procurar. E até lá espero estar com tudo ajeitadinho.

Também passei por um aperto na amamentação da Alice. Com tanto pepino, o leite deu uma secada básica. Por alguns dias, não saia absolutamente nada!! E aí não tive jeito, né? Tive que entrar no Nan ou matar a menina de fome durante a noite. Mas não desistir de insistir e, um belo dia, a menina me ataca no meio da rua, puxando a minha blusa e querendo mamar. Ainda não tá aquela Brastemp, mas pelo menos ela não deixou de mamar completamente. E vou complementando com o Nan, paciência.

Vou ver se volto rapidinho pra fazer todos os posts que tão aqui na minha cabeça!

Fui!

MEGA PROMOÇÃO COLETIVA

O mundo se torna melhor quando a palavra SOLIDARIEDADE se transforma em ação.
Theo está precisando de ajuda e várias blogueiras decidiram fazer uma MEGA PROMOÇÃO para ajuda-lo



Conheçam a história dele aqui.


Agora veja se não é legal: Você ajuda o Theo e ainda concorre a este monte de prêmios abaixo.


São 17 premios e 17 sorteios


Como concorrer?


1. Efetue um depósito na conta  abaixo, no valor de R$ 5,00 (quem puder pode aumentar o valor)



Bradesco agencia 1200 -  Conta corrente 0027462-3 Leonardo Salomao Simoes (o papai do Theo)


Quem quiser o CPF para fazer transferencia entre bancos solicite por email.


2. Envie o comprovante para este endereço: theovaivencer@gmail.com com seu nome, endereço completo.


Data final da promoção: 12 de maio.


Dia 15 faremos o sorteio e você pode ganhar um desses lindos prêmios





 



































 










A Saga da Pneumonia - parte II


Levei quase 15 dias pra fazer a segunda parte do post. Mas sei que vocês vão me perdoar, porque de lá pra cá aconteceu mais uma pá de coisas. Mas isso fica pra outro post.

Aqueles dias de internação foram uns dos mais difíceis da minha vida. No começo, eu achava que ia sair logo. Com o tempo e a conversa com outras mães, vi que ia ficar pelo menos uma semana, no mínimo. E nos primeiros dias eu sofria, porque a Alice chorava de dor e eu chorava junto. Trocamos de quarto 3 vezes. Foi o lado bom: amizades boas que fiz, que me ajudaram a suportar esses dias tão difíceis.

Não sei o que foi pior. Alice doida pra arrancar a sonda de oxigênio e a sonda do soro. Nada de cama pra dormir, apenas uma cadeira reclinável e levemente acolchoada. Noites quase que inteiramente em claro, pois quando não eram as enfermeiras entrando de duas em duas horas e acendendo a luz, era a Alice ou outro bebê chorando. Foi duro.

Muitas pessoas "brigaram" comigo, porque eu não pedi ajuda nesse período. Eu simplesmente não tinha o que pedir. Ninguém podia ajudar, infelizmente, não tinha nada que pudesse ser feito além de rezar. Tudo o que podia ser feito, foi. Não foi fácil esperar que cada uma das coisas acontecesse, mas era o que podíamos fazer.

Eu queria dizer: no terceiro dia ela... Mas vai ser mentira, porque o tempo que você fica num hospital não corre como os dias aqui fora. Então eu não sei que dia foi. Só sei que ela começou a ficar mais alegre, mais animada. Ao invés de querer arrancar o soro, ela começou a olhar com interesse pra ele e querer colocar na boca. Tiramos a sonda de oxigêncio para tomar banho e a enfermeira aproveitou pra testar a oxigenação. Bingo, tava boa! Menos um tubinho na menina. E mais alegria, sono melhor.


Na noite do sábado pro domingo ela estava assanhadíssima. Cada vez que acendiam a luz, era como se tivesse amanhecido o dia. Até fez amizade com o fofo do Heitor, do berço do lado. E faziam a maior festa enquanto as mamães estavam caindo de sono, doidas pra dormir. No meio da madrugada, colocamos os dois num berço só pra assistir Bebê Mais no notebook, porque a gente não aguentava mais tanta folia.

Nesses dias todos eu fiquei internada com ela. Porque eu ficava 24 horas lá, sem parar. Pra não dizer que não sai nem uma vezinha, num dia lá eu fiquei duas horas com o Vítor e aproveitei pra tomar banho na minha casa. Enquanto isso, minha mãe ficou lá com a Alice - e ela estranhando a vovó, ai ai. Num outro dia fui tomar banho na casa da minha mãe e lanchei no shopping, não aguentava mais comer as mesmas coisas todos os dias.

Faltou dizer que nesse meio tempo, Vítor também ficou doente, com febre e dor de garganta. Então não foi pra escola nenhum dia. E antes que pensem, não foi emocional. Inflamou garganta e ouvido mesmo, brabo. Graças a Deus não precisou tomar antibiótico nem internar, senão eu ia surtar, juro que ia. Dá pra imaginar o tamanico do meu coração estando com uma doente lá dentro e sabendo que tinha outro doente lá fora e não podia fazer nada?

Enfim tivemos alta, no domingo cedo. E eu fui pra casa na maior alegria do mundo. Deixei a Alice com o pai e dormir por 4 horas, um alívio. Agora é bola pra frente!
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