Banheira inflável para viagem


A dita cuja infladinha
Passeando pelas Lojas Americanas com o Vítor para comprar um presente para o amigo dele, achei um item muito legal para viagem: uma banheira inflável para viagem. Aviso logo que não estou ganhando nada para fazer este post, apenas dividindo com as mamães um item prático e barato. Não consegui achar o nome da empresa na caixa, apenas o selo do INMETRO com as especificações e dizendo que é importado da China (novidade! kkkk). Mas da última vez que vi, custava R$ 19,90.

Eu sempre levei piscina inflável para dar banho no Vítor e nas primeiras viagens da Alice levei também. Mas é muito rasinho, pra mim fica "faltando" água. Então resolvi testar. Aí vão as minhas opiniões:

Fundo fofinho aprovado
Pontos positivos:

- Obviamente é inflável, o que torna fácil de acomodar na mala;

- É mais fundinho do que uma piscina inflável, mais parecido com uma banheira de verdade;

- Tem formato de bicho (a minha é um golfinho) o que atrai as crianças. Alice amou puxar a cabeça dele..rs

- Tem uma válvula no fundo para esvaziar, o que facilita um bocado, coisa que na piscina inflável não tem. Aí não faz aquela molhaceira no final;

- O fundo é inflável separadamente, então fica fofinho e isola o frio do chão;

- Tem uma ventosa na parte traseira, dá pra pendurar na parede do banheiro.

O marcador termostático
Pontos negativos

- Dá uma canseira pra encher, afinal é maior do que a piscininha;

- Tem um suposto marcador termostático no fundo, que deveria avisar quando a água está quente. Mas qualquer água morninha faz o troço mudar de cor. Então só serve pra mostrar se a água tá fria... kkkk

- Pra esvaziar (de ar) é outra novela...




Bem, entre os pontos positivos e negativos, achei que valeu a pena. Gostei e vou levar sempre.

Alice também aprovou! :)

Viajar sozinha com as crianças


Eu sempre viajei muito, desde criança. Na adolescência viajei muito sozinha, de ônibus. Depois que tirei carteira, viajei muito de carro também. E como já trabalhava, também viajei de avião. Sozinha ou acompanhada, sempre amei viajar. Então, quando o Vítor nasceu, não foi diferente: eu viajava e carregava o Vítor comigo.

Viajar sozinha com uma criança não é fácil (duas então). Se você não tem o hábito de viajar, melhor tentar primeiro com outras pessoas. Se você também não tem o hábito de cuidar sozinha da criança (as vezes temos babá, mãe, marido por perto), também recomendo passar um tempo sozinha treinando. Porque quando estamos viajando temos que saber fazer tudo sozinhas, até as mínimas coisas, pois não dá pra virar pra pessoa ao lado e pedir para que segurem o bebê, né? rs Se você é como eu e não aguenta ficar muito tempo sem viajar, nem que seja ali na cidade ao lado, então esse post vai ser útil. Afinal, nem sempre dá pra esperar que o marido possa ir com a gente, né? Ou a mãe, pai... 

- Leve o menor número de roupas possível. É, eu sei, é MUITO difícil. Principalmente se você tem um bebê. E pior ainda se o lugar para onde você vai está frio (que foi este meu caso). Então fiz assim: uma mala pequena pro Vítor, que é homem e usa (e suja) pouca roupa. Uma mala grande pra Alice, que suja milhões de roupas (é golfada, xixi, cocô... aff). E aí cometi um erro: devia ter levado uma quantidade espartana de roupa pra mim. Levei pouca, mas minhas roupas são maiores do que as das crianças (óbvio) e minhas roupas de frio fazem mais volume. Então minha mala, que era do tamanho da mala da Alice, ficou mais pesada. Um saco pra carregar.

- Bagagem de mão. Com crianças maiores não é tão necessário, mas é bom levar uma mochila. No meu caso, o Vítor mesmo carrega a dele. Lá dentro coloco um casaquinho, uma camiseta extra, um lanchinho (esses de avião são uma pobreza. Dessa vez levei um biscoito e um toddynho) e algo para distraí-lo (desta vez foi lápis de cor e almanacão da Turma da Mônica).

Já para crianças menores o bicho pega. Você precisa considerar o tempo que vai ficar em trânsito (por exemplo, antes de embarcar, durante o vôo e o tempo de desembarcar e pegar as bagagens, mais o tempo de translado até onde vocês iram ficar). Esse tempo é importante porque você precisa levar a quantidade de papinha e leite necessárias para esse tempo toda. Também precisa levar fraldas, lenço umedecido, chupetas, fralda de boca e pelo menos duas mudas de roupa. Vai por mim, não leve uma só: se você leva só uma, a lei de Murphy vai imperar e seu bebê vai precisar de mais. Levando duas muito provavelmente você não usará nenhuma! kkkkk

Minha tia carregando a bebechila pra mim
E as suas coisas? Ah, você é minoria. Eu levo minha carteira, minha necessaire de maquiagem (nem sei pra que, só uso o batom mesmo, hábito) e minha caixinha da lente com o líquido pra limpar, caso caia uma sujeira (os dias em que não levei, me ferrei). E coloco tudo na bolsa da Alice mesmo. Ah, mais um detalhe: a bolsa da Alice é uma mochila. Eu comprei a Bebêchila, que é própria para bebês.

Outra coisa: se você for de avião e optar por levar o bebê no sling, saiba que na hora de passar pelo detector de metais é preciso tirar o bebê do sling e passar com ele SEPARADO do seu corpo. Isso significa desfazer todo um esquema que estava prontinho, então fique preparada para isso. Eu não sabia disso e optei por ir com o meu sling de argolas de nylon, achando que poderia passar com ele tranquilamente pelo detector, ledo engano...rs

Vini, meu modelo importado de
outro blog...rs
- Sling, carrinho, bebê conforto, berço desmontável. É muito importante levar algo para carregar seu bebê. Desta vez pensei em levar só o sling, mas fiquei pensando que a Alice tá muito sapequinha e eu iria precisar deixá-la presa em algum lugar em alguns momentos. Cheguei a pensar no bebê conforto, que ela gosta bastante e fica bem tranquila, mas pensei que ele é pouco prático pra carregar e ocupa um espação. Então levei o carrinho guarda-chuva, que fica pequeno quando fechado e é bem levinho. Se você vai de avião, uma dica interessante é: você pode levar seu bebê no carrinho até o portão de embarque. Ainda assim, preferi levar a Alice no sling, para ficar com as mãos livres para dar a mão ao Vítor.

Também optei por arriscar e não levar o berço desmontável. Seria mais um volume para carregar, mais um peso para contar na cota da bagagem. E é importante lembrar que são 23 kg para o adulto, metade para a criança de 2 a 11 anos e NADA para o bebê. Então é imprescindível considerar bem o que vai ser levado.

- Documentação. Para viajar com crianças dentro do território nacional é necessário levar certidão de nascimento delas e um documento seu (RG ou carteira de habilitação, por exemplo). Se você é como eu e ainda não atualizou todos os seus documentos com nome de casada, precisa também levar a certidão de casamento. Para facilitar, coloque todos numa pastinha com elástico, daquelas transparentes. Todas as pessoas que me atenderam foram super solícitas quando eu entregava a pastinha: elas mesmas abriam e conferiam tudo, já que eu estava com a Alice no sling e de olho no Vítor, mais a bolsinha...rs

-------------------------------------------------------------------------------------------

Bem, essas são apenas as primeiras dicas. Depois vou publicando outras!

Novidade - Dica da semana


A partir de agora vou dar dicas de blogs legais, que vocês não podem perder de modo nenhum!! Vou começar com um de... de... hummm, difícil dizer, talvez de...tudo!. É o http://www.margaretss.com.br/, da minha amigona Margaret, lá da Bahia.


Ela é pau pra toda obra. Ela tem uma criatividade incrível, transforma as coisas mais simples nas coisas mais elaboradas. Duvida? Então olha só:

Era isso:


E virou isso:

E isso também:


Então, tenho certeza de que a sua dúvida acabou, né? E se eu te disser que, além de criativa e talentosa, ela também tem um imenso bom humor, é super espirituosa e adora ajudar? Ah, aposto que agora te convenci!

Então corre e vai lá visitar o blog dela. O que, não lembra mais o endereço? Tá bom, eu coloco aqui novamente:

Estamos de volta!


Eu voltei, agora pra ficar.... porque aqui, aqui é o meu lugar!!

Voltei, cheia de idéias legais pra compartilhar com vocês. A viagem foi ótima, mesmo que nem tudo tenha saído como planejado. Mas a vida é assim mesmo, nem tudo sai do jeito que a gente imagina. Então a gente rebola aqui e ali e curte do mesmo jeito, ou até mais.

Aguardem que termos novidades ainda esta semana!!

Pausa para um descanso


Este blog está entrando num recesso. Aproveitando as férias do Vítor vamos viajar com ele, eu e Alice. Vamos dar uma voltinha pelo Rio de Janeiro, fazer a primeira velejada da Alice e visitar minha avó em Juiz de Fora. Voltamos no fim do mês.

Se comportem bem durante a nossa ausência e não nos abandonem, viu?

A maternidade e as comparações


As pessoas têm mania de comparações. Elas adoram comparar uma coisa com a outra. Principalmente as mães. E também adoram entrar numa de "meu filho não está fazendo o mesmo que o filho da fulana está". Algumas pessoas também adoram torturar pobres mães com frases do tipo "como assim seu filho tem 7 meses e ainda não senta?", "seu filho tem 1 ano e não fala? Tem algo errado!" ou ""sua filha tem 8 meses e não engatinha? Não pode!!"


E se temos dois filhos então? Ah, aí as comparações são inevítáveis. Ainda bem que a minha família não é muito disso, senão seria assim: "Ué, Vítor com a idade da Alice já ficava em pé sozinho com apoio". "Nossa, o Vítor com 8 meses já engatinhava, será que não tem nada errado com a Alice?". Mas claro que o fato da MINHA família não falar, não impede que OS OUTROS falem, né? kkkk
Ainda bem que sou muito light com isso. E eu não caio - como algumas mães caem - na tentação de ficar sofrendo por algo que o filho não faz e o filho da vizinha, da mesma idade, já faz. 

Cada criança é uma criança. Melhor ainda: cada ser humano é um ser humano. Temos nossas diferenças, nossos ritmos, nossos gostos. Todos esses são particulares. Claro que existem 2 (ou mais ) indivíduos com ritmos parecidos ou gostos parecidos. Mas não dá pra fazer disso uma regra. Se você tem 10 filhos e cria todos do mesmo jeito (se isso fosse possível), eles vão ser diferentes.

O que fazer então? Claro que isso é a minha opinião, cada um tem a sua. Mas na MINHA (humilde) opinião, o negócio é fazer como os pinguins do Madagascar, sorrir e acenar (não conhece? Olhe aqui). Aliás, ainda acho que essa é a primeira lição que toda mãe deve aprender, desde que fica grávida. Mãe que não utiliza essa tática, sofre demais na vida, aff!

Aproveitando este tema, outra coisa eu que me incomoda demais são as pessoas que acham que só tem um jeito certo na vida para educar os filhos. E claro que esse jeito é o jeito dessas pessoas, né? Claro. Então vem as pérolas que dizem que você é menos mãe se tem filho por cesariana, é menos mãe porque não amamenta, é menos mãe porque dá outros alimentos antes dos 6 meses, é menos mãe porque trabalha fora, é menos mãe porque tem uma babá, é menos mãe porque põe o filho na creche. Eu poderia passar o resto do dia aqui falando isso.

Acontece que NÃO existe SÓ UMA forma de criar os filhos. E sabe por que? Justamente pelo que falei lá em cima: cada ser humano é um ser humano diferente. Tanto as mães quanto os filhos. Então dizem: é fácil amamentar. Pode ter sido pra você, mas tem outras milhares de mães por aí que também queriam muito e não conseguiram. Eu tenho algumas amigas que passaram por isso e sofreram bastante, coitadas. (Flavinha não me deixa mentir, né sister?). E sofreram principalmente por causa dessa opressão generalizada. Dá pra crer que a paravam na rua e diziam "coitadinho", quando ela falava que não conseguiu amamentar? Pois é, Pedrão é 3 dias mais velho do que a Alice e tá lá, lindo, forte, sapeca e saudável. E engatinha desde os 6 meses. Alice com 8 meses ainda não engatinha. Dá pra comparar então?

Uma mãe não é boa mãe porque introduz alimentos antes dos 6 meses? E as que precisam trabalhar, vão matar seus bebês de fome? Decerto isso é ser boa mãe, deixar as crianças desnutridas. Uma mãe é imperfeita porque contrata uma babá para ajudar em casa? Então carregar o mundo nas costas e ficar sobrecarregada e estressada deve ser requisito pra ser boa mãe, certo? Uma mãe é partidária de dar palmadinhas nos filhos, isso dá direito a outra pessoa de vir criticar? Como disse minha amiga Marília Mercer, eu gostaria da minha parte dos palpites em fraldas, por favor.

Algumas pessoas por aí dizem que não existe isso de SER MENOS MÃE. Eu acho que existe sim. Uma mulher é MENOS MÃE DO QUE OUTRA quando negligencia os filhos, quando espanca as crianças a ponto de mandar pro hospital, quando as deixa sozinhas em casa de noite para ir pro bar encher a cara, quando abandona um recém nascido na lata do lixo e não se arrepende do que fez. Assim como a lista de críticas, eu poderia passar o resto do dia aqui listando a lista das mães que são menos mães do que as outras.

Se uma mãe ama seu filho, ela é quem sabe o que é melhor pra ele. Ela pode estar errada? Claro que pode! Mas o que dá direito a outra pessoa ir lá criticar? Por acaso ela também não está errada em nada, nadinha? Nunca vai estar? Pois é, entramos na velha história de atirar a primeira pedra.

Acho que poderíamos propor ao mundo um acordo: vamos ser mais solidários com o próximo, tentar enxergar melhor as dificuldades do outro. A maternidade precisa ser mais valorizada e menos criticada. E aí fica o mote pro próximo post, quando vou falar de um movimento muito legal que tá rolando na internet.

Eu amo muito os meus filhos e estou sempre tentando fazer o melhor para eles. Se errei? Claro que errei, um montão de vezes. Mas ainda assim fiz achando que era o melhor para a vida deles. E quando vi que estava errada, fui logo atrás de outra forma de alcançar o objetivo. Afinal, o bom desta vida é que a gente pode recomeçar. E pra isso, graças a Deus, existem MUITAS formas de alcançar o mesmo objetivo.

Sapequice dupla...

E essa bagunça toda é na minha cama, dá pra acreditar?? Amo muitooooooo!!

Um dia de pérolas

Tem dias em que o Vítor acorda inspirado. E me mata de tanto rir.

Tá, pode ser bobeira de mãe. Mas eu acho tão engraçado uma criaturinha daquele tamanico, com apenas 6 anos (e MEIO, como ele faz questão de frisar) me soltar umas coisas tão aquém da idade dele.

Aí eu venho aqui e divido com vocês, né? Porque eu sou coruja mesmo, admito!

-------------------*-------------------*-------------------*-------------------*-------------------*-------------------

Ele me pergunta sobre a evolução do homem e lá vou eu, discorrendo sobre a pré-história (ainda bem que prestei atenção às aulas de História! Ufa!). Quando eu chego na parte do fogo e de cozinhar as carnes, ele me pergunta se já tinha panela. E eu digo que não, que assavam a carne espetada num pedaço de pau. E ele:
- Ah, já sei! Do mesmo jeito que se assa marshmallows na fogueira, né??? Entendi!

-------------------*-------------------*-------------------*-------------------*-------------------*-------------------

- Mãe, o que é glicerina? (olhando para o detergente de lavar louças)
- É uma coisa pra deixar a pele macia.

- Pele DO QUE??? (já olhando com uma cara esquisita pra louça)

O cartaz/jogo milagroso

Já faz um tempo que eu ando prometendo a algumas amigas explicar a tática que eu tenho utilizado com o Vítor pra que ele faça as tarefas dele sem que eu tenha que me matar de repetir e brigar. Me parece que a Super Nanny já falou sobre isso, mas como eu não assisto, não sei. A minha eu aprendi no livro Guia das Famílias Felizes, de John Irvine.

É assim: vocês certamente já brincaram com aqueles joguinhos de "trilha", que se joga com dados. O número que sai é o número de casas que você anda. As casas podem não ter nada, ter um prêmio ou um castigo (tipo volte 2 casas). No joguinho que eu faço aqui em casa funciona do mesmo modo. Mas ao invés de dados, as casas podem ser "andadas" quando o Vítor cumpre uma tarefa. E as casas podem não ter nada ou ter um prêmio - não coloco nenhum tipo de castigo.

Aqui, funciona assim: cada parte do dia tem cinco tarefas que ele tem que cumprir. Se ele cumprir todas direitinho e rapidão, eu premio mais e ele anda duas casas. Se ele cumpre pelo menos três direitinho, ele anda uma casa. Menos do que isso não dá, não anda casa nenhuma.

Não vou narrar todas as tarefas que ele tem que cumprir, senão esse post fica imenso e ninguém vai aguentar ler até o final. Mas vou citar as de um período, só pra exemplificar. De tarde ele tem que:

1 - Tomar banho rápido e não deixar o banheiro uma bagunça;
2 - Almoçar tudo;
3 - Dormir sem reclamar (ele odeia dormir);
4 - Brincar/ver tv sem ficar chamando o tempo todo.

Dá pra perceber que as tarefas são coisas simples, que ele não precisa se matar pra fazer. Na verdade, são obrigação dele fazer, mas que ele não faz e eu tenho que ficar brigando. Quando vira jogo, ele mesmo se esforça pra fazer e diminui o meu nível de stress.

No livro diz pra fazer temático, de algo que a criança goste muito. Mas o troço aqui é amador e eu precisava muito fazer logo, não tava achando os adesivos que eu queria, só achei de sapo. Aí fiz esse aí embaixo mesmo. Aproveitei a Copa do Mundo e inventei essa da Copa dos Sapinhos. Tá, sei que não tem nada a ver, mas o Vítor gostou e adotou a idéia, então tá valendo.



(Não reparem, não. Eu desenho super mal. Mas o Vítor acha que eu desenho maravilhosamente bem e é isso que importa, tá? kkkk)

As estrelinhas marcam cada casa que ele andou. No começo eu colo pra ele, mas no decorrer do tempo ele vai se empolgando e me pedindo pra colar. As estrelinhas minúsculas que tão ali não são nada, é que a cartela que eu comprei vinha com as grandes e as pequenas. Aí eu saio enfeitando tudo, pra dar mais animação.


Em algumas casas eu coloco prêmios extras, coisas simples, mas que eu sei que ele gosta bastante, como filme (em casa) com pipoca, pizza, macarronada ou jogo de futebol. E no final coloco um prêmio grande, no caso desse aí foi o filme Toy Story 3 em 3D.



Em aproximadamente 2 semanas ele completou tudo, ganhou todos os prêmios e fomos ao cinema. Agora ele está no meu pé pra que eu faça mais um, pra ele ir assistir Shrek II em 3D. E lá vou eu atrás de adesivos novamente!! rs

Desta vez vou mudar os prêmios e colocar outras coisas que ele adora, como fazer uma trilha com ele (qualquer matinho, até mesmo parque, pra ele dá pra fazer trilha), andar de carro pela estrada de terra, ir no parque de diversões, ler o livro favorito dele, etc. Depois venho contar o resultado!

Participação especial no Cegonha Feliz

Faz alguns dias já (23 de junho) e eu esqueci de contar que o blog Cegonha Feliz me convidou pra dar uma palavrinha lá. Então fiz um artigo sobre viagem com crianças e mandei pra eles. Ainda vale uma visita, né? Então corre lá!!

Coisas que aprendi com o segundo filho

 
 
Uma vez eu escrevi, lá no antigo blog, as coisas que aprendi com a primeira gravidez. Hoje eu escrevo sobre o que aprendi com o segundo filho.

Eu aprendi que não existe receita pra criar um filho. Que o livrinho de regras é o mais flexível possível, que com uma mesma mãe ele pode mudar várias vezes e que o que funciona pra uma, pode não funcionar pra outra. Quer um exemplo: tenho ódio de quem tem um bebê que dorme a noite inteira e te olha com aquele jeito superior, de quem acha que você é que não sabe fazer direito. 

Tive dois filhos, estabeleci as mesmas rotinas para os dois. E quer saber? Um dormia maravilhosamente bem, acordando só uma vez por noite pra mamar. A outra só falta me matar de estafa, acorda de 2 em 2 horas, 3 em 3 horas, chora de noite, me faz dormir 3 horas numa noite por semanas. E aí? E a primeira que vier me dizer que TEM que dar banho, fazer massagem, cantar bambalalão 3 vezes e plantar bananeira no final, ou seja lá o que for, vou tacar pedra sem dó! kkkk Porque como eu disse lá atrás, o que funciona pra uma nem sempre funciona pra outra, cada bebê é um bebê, assim como somos seres humanos únicos e temos nossas manias e características.

Outro exemplo: quando eu tinha só o Vítor, era contra a cama compartilhada (por medo de machucar a criança). Aí veio minha Alice "estômago de draga", mamando como recém nascido até sei lá quantos meses e eu aderi com força. E já vieram me dizer que o bebê tem que dormir no quarto dele e blá-blá-blá. Tá bom, se você consegue levantar da sua cama feliz e faceira, ir para outro quarto, amamentar dormir novamente, de 2 em 2 horas e ainda estar com a carinha bonita pela manhã, parabéns. Eu não sou assim. Até aguento o batidão, mas de manhã não sou ninguém. Então digo logo que Alice dorme no bercinho de viagem no meu quarto mesmo e nas noites difíceis ela dorme, sim, na minha cama.

O resumo da ópera é então o seguinte: cada filho é um filho. Ou melhor: cada criança é uma criança. Conselhos são sempre muito bem vindos, pois de um deles pode vir a solução do problema. Mas conselho é diferente de crença inabalável na solução e de cara de "essa daí não faz nada certo". Cada mãe sabe o que é melhor para a criação do seu filho - claro que tem aquelas malucas que exageram. Mas aí, quem pode dizer com certeza o que é certo e o que é errado? Que atire a primeira pedra aquela que tiver certeza absoluta de que está fazendo tudo da única maneira adequada.
Related Posts with Thumbnails
 

Entre Fraldas e Livros Copyright © 2015 | Tema por Girly Blogger Template | Ilustração por Anne Pires