Out por uns dias

Eu ando sumida, eu sei. Em parte porque ando com um certo bloqueio criativo, em parte porque voltei a trabalhar, em parte porque estou empolgada com alguns projetos de arrumação da minha casinha. E prometo que venho com post novo sobre isso em breve.

Mas vou ficar recolhida por um tempo, não só aqui no blog, como também no twitter. Acho que vocês sabem que desde o ano passado estamos planejando participar da Regata Recife Fernando de Noronha - a REFENO. Só quem é velejador pode entender o que é participar desta regata, ela é o sonho dourado de todos aqueles que têm a vela como esporte e como paixão. É um evento que, quem participa, não esquece jamais. E quem não participou quer muito participar.

Então esse planejamento, que está acontecendo desde o ano passado, na época em que eu ainda estava grávida, tem sido muito esperado, tanto por mim quanto pelo Vítor. Não tem um dia em que o Vítor não fale sobre isso, ou que eu não deite minha cabeça no travesseiro e faça planos para essa viagem. Já tinha comprado passagem e conseguido dispensa no novo trabalho. Tudo porque está viagem é muito importante para a gente.

Mas eis que, por motivos alheios à nossa vontade, o barco do meu pai não irá mais participar da regata. Eu acredito que esta tenha sido uma decisão muito difícil para ele, e ele teve os motivos dele para isso. Acontece que estou profundamente desapontada pelas coisas não terem dado certo e sem saber como contar para o Vítor.

Explico logo que eu sou do tipo de pessoa que acredita que as coisas, quando têm que acontecer, acontecem. E que nada é por acaso. Mas não dá pra não ficar desapontada e triste quando uma coisa como essas acontece. Simplesmente não dá. Não pra mim. Pode parecer bobeira para as outras pessoas, acredito que quem é velejador entenda melhor o que estou dizendo e sentindo. De qualquer modo, é um planejamento de anos, indo pelo ralo. Eu não tenho como não ficar triste.

Eu sei que vai passar, eu sei que as coisas têm um motivo para acontecer e etc e tal. Mas também sei que eu tenho o direito de ficar triste, pois era um sonho meu que se desfez. E para ter esse direito de ficar triste é que vou me afastar um pouquinho. Eu sei que as pessoas têm boas intenções quando me dizem essas coisas, que querem me animar. Mas eu me sinto como que desrespeitada, como se ficar triste fosse uma coisa absurda, mesmo sendo uma coisa tão importante pra mim.

Então por isso vou ficar fora por uns dias, até que eu esteja melhorzinha. Até porque para que eu desempenhe meu papel de boa mãe, eu preciso estar bem comigo mesma, aí posso conversar com o Vítor na boa, passando bons exemplos e dando uma compensação legal, um outro passeio, algo do tipo. Sei que não vai substituir pra ele (nem pra mim), mas vai enganar um bocadinho e distrair.

Um abraço a todos e prometo que volto o mais rápido que eu puder!

Invadindo o Rede Mulher & Mãe

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As meninas do Rede Mulher & Mãe me convidaram e eu rapidinho aceitei, né? Então que estou fazendo uma participaçãozinha lá, falando sobre dois filhos. Vai lá visitar, vai? E deixa um comentáriozinho dizendo se gostou! :)


Um dia especial


Este sábado foi um dia muito especial para mim. Para o Vítor também, mas MUITO especial para mim, por mim e, principalmente, por ele. Eu sou escoteira desde 1993 (acho, preciso confirmar direito isso..rs). Não ininterruptamente. Mas diz o lema que, "uma vez escoteiro, sempre escoteiro", então acredito que nunca deixei de ser, apenas tirei um tempo para resolver outras coisas em minha vida.

Na primeira vez que voltei após a pausa, renovei minha promessa ao mesmo tempo em que minha irmã fazia a promessa dela. Agora, desta vez, renovei novamente minha promessa, mas ao mesmo tempo que meu filho fazia sua investidura. No meu tempo, isso nem existia. Uma pessoa só podia usar o uniforme escoteiro após passar por algumas etapas e estar pronto para fazer sua promessa. Hoje em dia, depois de 3 sábados de atividade, a criança está apta para usar o uniforme de lobinho - ainda não completo. Vítor demorou mais porque ainda não tinha idade para entrar oficialmente no movimento, então tivemos que esperar.


E só eu sei o que esta espera significou para o Vítor. Ele é muito introvertido com pessoas que ele não conhece bem. E ele demorou um pouco para se soltar e confiar nos novos amigos e nas chefes de sua Alcatéia. Mas diariamente me enchia de perguntas sobre tudo relacionado ao Movimento Escoteiro. E ansiava imensamente o dia em que faria parte de verdade daquela turma. Claro que eu, como mãe, sofria com ele ao ver que ele se sentia meio de fora não podendo participar do Grande Uivo (grito da Alcatéia) como os demais lobinhos participavam, não podendo usar o uniforme que os amiguinhos usavam e que ele tanto ama. Mas eu, exatamente por estar tanto tempo no Movimento Escoteiro, sei o quanto isso foi importante para o crescimento dele, mesmo que ele não soubesse disso.


Um dia ele achou meus lenços antigos e começou a usá-los dentro de casa (as vezes fora de casa também,  me fazendo passar vergonha...rs). Me fez dar a ele um anel velho, para que usasse como arganel. E descobriu sei lá onde um guia do lobinho mais velho que tudo e começou a preencher. Provavelmente esse guia tem pouquissimas semelhanças com o guia que é utilizado hoje, mas é importante que ele continue motivado e se familiarize com alguns termos.

Voltando ao ponto principal desse post, me senti como um baiacu, toda inchada de tanto orgulho, quando vi aquela criaturinha toda tímida e calada indo lá na frente do Grupo Escoteiro inteiro, receber de sua Akelá (a chefe da Alcatéia) o lenço e os distintivos. Fiquei tão emocionada e nervosa, que quando chegou a minha vez eu esqueci o que eu tinha que falar e quase fiz a saudação errada (eu preciso falar Sempre Alerta e quase falei Melhor Possível - a saudação dos lobinhos)!! kkkkkkk


Agora o menino está todo feliz, querendo usar seu uniforme em todo e qualquer momento possível. Além de super empolgado para vencer outras etapas - ainda bem! E eu? Preciso dizer? :)

Nosso dia dos pais


Hoje o meu post de dia dos pais é também um de dica de viagem. Mas uma viagem curta, aqui pertinho. Fomos fazer um passeio bem família nesse domingo. Todo mundo adorou, mas as crianças se esbaldaram tanto, que quando saímos perguntei ao Gustavo se ele tinha gostado mesmo ou se tinha sido o dia dos filhos...rs


Fomos a um Hotel Fazenda aqui perto de casa. O Vítor já tinha ido uma vez, com a colônia de férias que ele participou. Inclusive, foi ele quem fez a maior propaganda pra que a gente fosse nele. O RM Hotel Fazenda é realmente muito bom, gostei. O preço pra passar o dia achei meio salgado, R$ 55,00 por adulto, R$ 25,00 para criança, almoço incluso, com sobremesa. Mas realmente tem bastante coisa pra fazer, raadicália (um tipo de arvorismo, sem árvores...rs), tirolesa, passeio de búfalo, de charrete, de carro de boi e pônei. Também tem caldo de cana moído no boi carreiro, muitas piscinas, quadras de areia, mini golfe, mesa de sinuca, pebolim, futebol de botão e, pras crianças menores, uma brinquedoteca bem legal com piscina de bolinhas, cama elástica, balanço, um montão de coisas.



Dá pra entender porque as crianças se esbaldaram tanto? Alice até "pulou" na cama elástica e, pela primeira vez também, entrou numa piscina de bolinhas. Vítor jogou tudo o que podia jogar, nadou, correu... fez tanta coisa que, em casa, na hora da janta, estava com os olhos vermelhos, sem falar coisa com coisa, quase caindo de cara no prato! kkkkk



Agora estamos querendo ir novamente, se hospedar, pra gente poder aproveitar melhor as coisas, com mais calma. Mas aí precisa de planejamento, porque se o preço pra passar o dia não é dos mais baratos, a diária pra pernoite então segue o mesmo ritmo: R$ 300,00 o casal, mais R$ 75,00 pro Vítor.

A Lei da Palmada

Acho que até agora, muitos não entenderam o meu ponto de vista. Não discuto o fato de ser contra ou a favor da palmada. Eu discuto o fato do Estado fazer uma lei sobre isso. Do jeito que está, daqui a pouco estão fazendo uma lei dizendo que as crianças não podem comer doces de segunda a sexta e que os pais que permitirem às crianças assistirem desenhos violentos ou com maus exemplos serão punidos e presos.

Se é certo ou errado não é a questão. Porque sempre terá um monte de gente dizendo que já foi provado que não funciona, que castigo funciona melhor, que o caminho é conversar e um monte de gente dizendo que uma palmada é muito diferente de espancar, que muitas vezes a criança é pequena demais pra entender e o risco que ela corre é grande demais. Sempre vão ter os dois lados e isso é saudável - a não ser quando um lado começa a agredir e desrespeitar o outro - mesmo verbalmente. Chama-se democracia. E essa lei não é democracia.

O debate é saudável? Super! Faz as pessoas pensarem sobre o assunto e reverem suas posições? Ótimo! Mas desde quando este é o objetivo de uma lei? Leis não devem ser feitas para suscitar discussões e sim para manter a ordem. Elas não têm o objetivo de te dizer como você deve criar os seus filhos. Se o Estado tivesse se preocupado em dar à população condições de conhecer os dois lados, os prós e os contras, seria muito menos invasivo. Afinal, ainda existe o livre abítrio. Sem contar que uma coisa não para de me martelar: e aí, como é que eles pretendem fazer com que essa lei seja cumprida? Vão colocar câmeras nas casas de todos para vigiar? E outra coisa: realmente acham que com isso vão impedir que as crianças que são espancadas de verdade todos os dias estejam a salvo?

E é por isso que trouxe aqui para o blog um texto ótimo feito pela Calu, da Rede Mulher & Mãe. Eu ia fazer apenas uma pequena introdução ao assunto, mas como eu falo demais, acabei fazendo quase outro texto. Mas não tira o mérito do dela, de jeito nenhum. Recomendo muito!

A Lei da Palmada - Bem vinda a 1984

Por: Calu


Desde que saiu essa história da Lei da Palmada eu tenho tentado formar minha opinião. É muito complicado avaliar imparcialmente quando a lei te proibe de fazer algo que você já não faz.

Mas acho que como mãe, como cidadã que está criando membros da futura geração, minha opinião tem que ser além do fato em si. Temos que olhar mais de perto...

Eu não fumo, mas acho a Lei antifumo um absurdo. Como não fumante claro que ficou uma delícia ir numa balada e não voltar defumada. OK. Mas essa lei simplesmente acabou com um direito maravilhoso da democracia: a Liberdade de Escolha. Não seria mais sensato uma lei que obrigasse todo estabelecimento a colocar uma placa de 1mx1m na porta dizendo: Estabelecimento Fumante ou Estabelecimento Não Fumante. Pronto, resolvido: o dono do estabelecimento pode escolher como conduzir seu negócio, e eu posso escolher aonde quero ou não quero ir. Acabar com a liberdade de escolha é um perigo!

Eu não tenho nem pretendo ter uma arma, mas no plebiscito eu votei SIM. Pelo mesmo fato: a liberdade de escolha. Como se o Estado proibindo armas fosse acabar com bandidos mais bem armados que a própria polícia. Chega de hipocrisia.

Outro exemplo: Eu jamais faria um aborto, mas acho que proibir não é solução, pois todos sabemos que acontece. A diferença é que as mulheres que não se sentem preparadas ou capazes de ter um filho estão expostas a infecções e sem apoio psicológico num momento tão difícil.

Os exemplos são muitos: eutanásia, adoçaõ por homossexuais, etc etc etc Cada vez mais o Estado quer entrar na nossa vida privada, tirar nossa liberdade de escolha, e nos dizer como viver a vida. Isso é absurdo.

Me lembro quando passou Laços de Família e saiu uma liminar que obrigava a novela a começar após as 21h pois o conteúdo era inapropriado para menores de certa idade. E a solução é um juiz determinar o que meu filho de 14 anos pode ver ou não? Será que essa decisão não é da mãe? Será que também não estamos nos acomodando com a idéia de que essas regras sejam externas? É muito fácil não ter que impor os limites. Mas deixar que o Estado faça isso é muito perigoso.

E mais absurdo ainda é acatarmos e acharmos ótimo, achando que casos como a da juiza que torturou a filha adotiva ou os casos de crianças com agulhas e pregos no corpo vão acabar com essa Lei. Não vão! Pelo menos não com uma lei imbecil como essa.

Aonde isso vai parar?

Eu digo: Podem anotar as próximas "leis" que vem por ai: proibição de comerciais de alimentos infantis, proibição de comerciais de produtos infantis at all, proibição de brinde no Mc Lanche e afins.... E por ai vai.

Meus filhos assistem Discovery Kids e pedem tudo que aparece nos intervalos. Eu digo não - esse é meu papel: ensinar que não podem ter tudo que querem. Agora a solução é proibir os comerciais??? Pra quê? Para que nossas crianças não fiquem frustradas ou para poupar as mães do papel de educar? De qualquer maneira é absurdo! Esse papel é nosso.

O mesmo vale para brindes em lanchonetes. Eles estão lá, isso não obriga ninguém a ir. Quando deve ir, se deve comprar, quando comprar ou não, isso cabe a nós decidir.E impor os limites, saber falar Não. Proibir não é solução.

Seguindo esse raciocínio formei minha opinião: acho um grande absurdo o Estado querer invadir minha casa, meus modelos de educação e me dizer como educar meus filhos. O que virá quando nossos bebês forem pais? O Estado vai criar as crianças? Eles terão cartilhas a seguir?

Quando é o limite? Estamos indo rumo a 1984.

Em 1948 George Orwell descreveu um futuro aonde o mundo seria dominado pelo socialismo e regido pelo Estado até dentro de suas próprias casas. (coincidência? I don´t think so)

Em um mundo aonde o Estado domina e nada é de ninguém, tudo o que resta de privado são os poucos centímetros quadrados do cérebro. E é aí que a batalha se desenvolve, entre o indivíduo e o Estado lutando na tentativa de controlar até a mente.

Talvéz o livro de Orwell não fosse tão ficção quanto pareceu na época. Talvez ele tenha apenas errado por algumas décadas o título de sua obra prima.

Dica da semana - A casa que minha Vó queria

Hoje eu vou apresentar pra vocês um blog sobre decoração, o "A casa que minha Vó queria", da querida Aninha Medeiros.



A Aninha tem um jeito todo especial pra falar sobre decoração. Ela não é daquelas que só fala do inalcançável a nós, pobres mortais. Ela fala do real, do palpável. São dicas que todos nós podemos aproveitar nas nossas casinhas. Olha aqui um pouquinho, só pra dar o gostinho:

Ela ensina o passo a passo pra fazer esses lindos vidrinhos


Divulgou essa idéia maravilhosa de um blog estrangeiro


E sonha com o aniversário do filho, dividindo as idéias conosco!

Então, vale a pena, não? Corre lá e não perde tempo!!

Como eu fui dormir no meu quintal


É, vocês não leram errado o título: eu realmente dormi no quintal da minha casa. Sabem isso aconteceu? Assim...

Eu tenho alguns amigos que estão formando um novo Grupo Escoteiro do Mar em Brasília. Me ofereci para ajudar e fui convidada a participar da INDABA (não sabe o que é? Clique aqui para saber) deles. Como outros chefes também levariam seus filhos, levei o Vítor também.

Seria a primeira vez que o Vítor dormiria numa barraca, a criatura tava numa animação só. O pessoal foi pra lá na sexta a noite, mas como o Gustavo dá aula de noite e e não levaria a Alice, resolvi ir só no sábado de manhã. Deixei tudo pronto e no carro de noite e, por sugestão da minha irmã, já coloquei o Vítor pra dormir com a roupa que ele iria no dia seguinte. Então, bem cedinho, eu o peguei, coloquei no carro e partimos. Vale dizer que foi uma aventura chegar num lugar que praticamente não tem endereço, guiando-se apenas por um mapa feito no Google Maps...kkkkk


Chegamos lá, montamos tudo, Vítor brincou com os outros meninos (mais ou menos, né? rs), participei da reunião, almoçamos... tudo transcorria bem. Até que o chefe Zé (que organizava o encontro) recebeu um telefonema do filho falando de um acidente, onde faleceram dois familiares. Ele precisaria sair. Como ele era o organizador e também quem tinha cedido a chácara para o encontro, ficou decidido que todos iriamos embora também.

Mas como dar a notícia ao Vítor? O menino tava empolgadíssimo, ia ser uma decepção. Bem, o negócio é que a vida é assim mesmo. Não foi a primeira e nem vai ser a última vez na vida dele em que algo que ele quer muito não irá acontecer. E ele vai ter que aprender a lidar com isso sem dramas excessivos. Ficar triste é normal, fazer um escarcéu não é. E ele se comportou direitinho, em parte porque expliquei pra ele que morte é coisa séria e que os filhos das pessoas que morreram estavam muito tristes, em parte porque propus outra coisa.

Afinal de contas, tudo que falei aí no parágrafo de cima é verdade e acredito muito nisso. Mas eu sou mãe e não a Cruela Cruel, também sinto dó do meu pequerrucho. Então propus a ele que montássemos nossa barraca, do jeitinho que ela estava no acampamento, no quintal da nossa casa. Não foi muito difícil, porque a barraca estava mesmo montada na varanda da chácara (meu quintal é todo cimentado).


Então literalmente "desmontamos o acampamento" lá e remontamos no quintal. Tomamos banho e ele me fez usar o lenço escoteiro do mesmo jeito que eu estava usando lá. Com a diferença de que estavamos em casa e não era oficial, então ele também usou um...rs Fiz a mesma janta que seria feita no acampamento (macarrão com salsichas) e comemos com o prato na mão, lá no quintal, do jeitinho que teriamos feito no acampamento.

Depois disso, ele lavou o pratinho, copo e talheres dele, eu lavei os meus (vale lembrar que, pra acampamentos, é sempre bom levar prato e copo - pelo menos - de plástico ou metal pra não correr o risco de que eles quebrem), colocamos nossos pijamas e fomos pra barraca. Dei a ele meia hora pra brincar antes de dormir. Eu ia ler, mas acabei foi dormindo...rs Mas eu tinha colocado o celular pra despertar, pude avisar a ele que o tempo tinha esgotado e era hora dele dormir também. Despedidas feitas, dormimos a noite toda.
Estranho foi escutar Alice chorar pra mamar lá no quarto durante a madrugada e não precisar levantar pra atender (o pai dela estava com esta tarefa). Outra coisa estranha foi dormir numa barraca tão pequena que eu nunca levaria para duas pessoas nos meus tempos de "juventude". Explico logo que eu tenho uma de 4 lugares, maravilhosa, que me cabe de joelhos sem que eu bata a cabeça no teto. Mas que foi sequestrada pelo meu pai e está morando no Veleiro Alphoria. Então tivemos que usar a barraca do Vítor, uma que ele ganhou de uma grande amiga nossa, a Marcinha. Mas o intuito do presente era só brincar e não acampar a sério. Só que ela deu conta direitinho do recado!

Bem, agora vocês já sabem a história do dia em que tive que dormir no quintal da minha casa! rs
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