Dois anos de um dia lindo

Ontem fizemos dois anos de oficialmente casados. Foi uma tarde/noite linda, emocionante e inesquecível. E pra comemorar (aqui, né? Porque a comemoração a dois já foi feita no sábado) aí vão umas fotos do lindo dia!


Alice e os beijos

Como o primeiro vídeo da Alice fez sucesso, aí vai mais um, mais recente. A menina estava "entalada" em cima de um saco de bolinhas, mas fazendo a maior festa dos beijos:

Alice sapeca

Criaturinha sapeca. Não sabe se assiste ao desenho na televisão, fica em pé dançando ou sacode a minha câmera! kkkkk

O tema polêmico

No post anterior eu coloquei vários pontos de vista meu como prólogo. Se você não leu, peço que leia antes de ler este aqui.

Comentei que meu comentário causou um certo furor no twitter. Eu disse que não aguento mulher tão dependente do marido que, se ele morrer, ela é enterrada junto porque não consegue respirar sozinha. E o mesmo sobre maridos dependentes. E disse também que, pra mim, casamento é companheirismo, é outra coisa.

O que falei não tem nada a ver com amor. Não falei de maridos e mulheres tão apaixonados um pelo outro que não conseguem viver um sem o outro. Não falei de maridos e mulheres que fazem coisas um pelo outro para agradar. Falei de dependência mesmo.

Daquele tipo de mulher que o filho faz algo errado e ela diz: quando seu pai chegar em casa você vai ver. E espera o marido chegar para que ele eduque a criança. Daquele tipo de marido que não sabe fritar um ovo e que se a mulher não faz comida pra ele fica resmungando e sai batendo a porta. É desse tipo de coisa que eu quero falar.

Eu não estava falando da mulher que não sabe dirigir (ou que sabe e não gosta), ou do marido que não sabe pregar um botão. Eu estava falando da mulher que não sabe dirigir e não vai a lugar algum se o marido não a levar e que depois fica dizendo: eu não fui, porque o fulano não me levou... E do marido que não sabe pregar botão (ou sabe e não quer fazer) e fica reclamando que não pode usar a camisa porque a fulana não consertou. Enfim, daqueles que nem tomam uma decisão sozinhos, mesmo quando é necessário e urgente. Aqueles que não conseguem respirar sem que o outro diga: respire!!

Casamento para mim é companheirismo. É uma troca de experiências e tarefas. Boas e ruins. É também ter momentos individuais e depois poder compartilhá-los. É fazer agrados, sem obrigação e dependência. E antes que venham jogar pedra em mim sobre meu casamento ou minhas reclamações (vulgo chororô), já digo logo: não, eu não tenho o casamento perfeito e precisamos caminhar MUITO para que cheguemos perto do ideal. Mas isso não invalida em nada o que eu estou dizendo. Porque eu continuo crendo no que estou dizendo aqui. (E trabalho diariamente para que isso faça parte da minha realidade da maneira que eu gostaria que fosse).

Tenho tentado ensinar ao Vítor essa minha visão. Ele tem apenas seis anos (e meio, não esqueça de dizer, mamãe - diria ele), mas já teve diversas "aulas domésticas" sobre participação e companheirismo. Não interessa se temos empregada e/ou faxineira. Ele aprendeu a lavar suas louças. Se ele faz todo dia? Não e nem precisa. Mas ele precisa saber fazer e fazer quando for necessário. Do mesmo modo ele sabe arrumar o quarto dele, fazer pequenas refeições (o suficiente para não morrer de fome em caso de necessidade - sanduíches por exemplo), cuidar de suas coisas - roupas, brinquedos e etc. Além disso eu sempre falo para ele que precisará compartilhar as tarefas, seja do lar ou do local onde ele estiver, ser proativo e se oferecer para ajudar sempre.

Se ele faz tudo perfeitamente? É claro que não, ele é apenas uma criança pequena. Mas a semente está lançada e, com a repetição, ele vai aprender, se não tudo, pelo menos uma parte. Eu já tenho visto alguns pequenos (mas bons) resultados, principalmente com a irmã. Por falar nisso, Alice entrará no esquema assim que tiver idade suficiente. Assim como meu pai dizia, quero criar meus filhos para que sejam independentes. E assim como o Movimento Escoteiro, eu também quero oferecer à sociedade jovens preparados para a vida.

E pra não dizer que isso tudo é demagogia, preciso dizer que sinto muita falta do Gustavo ter tido esse tipo de educação para a vida. Assim como muitas pessoas por aí, os pais dele também achavam que bastava colocar na escola e dizer que é preciso trabalhar. Pronto, está resolvido, o menino está educado. Ninguém nunca sentou ao lado dele para explicar que ele precisava participar e ser companheiro. Que não podia sentar e ficar esperando que sua esposa viesse pedir a ele que fizesse as coisas, que ele deveria estar atento às necessidades de seu lar e sua família, para dividir com ela as responsabilidades. Não me entendam mal, ele é uma excelente pessoa. Apenas não foi preparado para a vida não-profissional. Mas tem disposição para mudar isso, mesmo que isso nos custe alguns arranca-rabos. E verdade seja dita, muito já mudou de lá pra cá. E isso é o que importa.

 

O twitter e as carapuças jogadas para o alto

As pessoas que me conhecem sabem que eu adoro o twitter. Sou viciada mesmo, assumo. Mas tem um problema lá que é meio complicado. É como disseram uma vez: o twitter é um monte de carapuças jogadas para o alto. E as pessoas vestem e se aborrecem muitas vezes. Então algumas coisas que falamos sem ter nenhuma segunda intenção, alcançam terceiras e quartas sem que a gente nem tenha pensado em fazer aquilo.

E isso aconteceu na semana passada comigo. Como 140 caracteres é muito pouco para expressar o que eu queria dizer, pensei bastante e decidi fazer um post, pra poder discorrer melhor sobre a minha idéia.

Acontece que antes de falar sobre o assunto, resolvi explicar umas coisas e, no fim das contas, vi que tudo ia ficar grande demais. Então vou dividir em duas partes: esse, que é o prólogo, e o próximo, que é o assunto propriamente dito.

Eu adoro discussões saudáveis. Eu sou do tipo de pessoa que acredita que você pode ter uma opinião e eu outra, e ainda assim convivermos felizes. Para isso é preciso alguns pontos básicos:

- que todas as pessoas não encarem as opiniões das outras como ofensas
- não expressem suas opiniões de modo a ofender o próximo; e
- respeitem que o outro tenha outra opinião, assim como ele tem a sua.

Parece fácil, não é? Pena que não seja. Mas quem sabe um dia?

Então, antes de ler o próximo post (e todos os outros do blog também) tenha em mente que:

- Esta é a MINHA opinião. Não estou querendo convencer ninguém, ofender ninguém e nem criar tumulto. Apenas comunicando uma constatação que tenho.

- Se você discorda, não se sinta encabulado, comente! Mas seja educado. Ofender aos outros não vai levar ninguém a lugar nenhum e nem acrescentar nada ao debate.

Qual foi a opinião que eu expressei e que causou tanto bafafá? Que eu não aguento mulheres tão dependentes do marido que se eles morrerem, elas precisam ser enterradas junto porque não conseguem respirar sozinhas (e vice versa com os maridos)! rsrs

Aguardem as cenas dos próximos capítulos!

Tem novidade na área

Oi pessoal!!
Vocês já conhecem a ANNA JOANA Camisolas e Pijamas PLUS SIZE? É uma empresa referência em camisolas e pijamas PLUS SIZE modernos, com temática jovem e descontraída. Lá você pode encontrar coleções de roupas que prezam o conforto e o bem estar das GRANDES mulheres brasileiras. 
E não dá pra negar que grande parte de nós, mamães, estamos constantemente acima do peso, não é? E quer coisa pior do que roupa desconfortável? Aí não dá mesmo!
Então tenho uma notícia muito legal. A Anna Joanna está lançando sua nova coleção, a Primavera Verão 2010 2011. E apesar disso aqui estar com a maior cara de post pago, não é não. É só porque eu gosto muito delas, sou cliente e gosto de divulgar os locais onde fui bem atendida. E o tom do texto é minha alma de jornalista falando mais alto! kkkkk
Então confira aí embaixo a novidade que elas estão divulgando hoje! E não deixem de visitar a página: http://www.annajoanalojavirtual.com.br

  ANNA JOANA Primavera Verão 2010 2011

A ANNA JOANA Camisolas e Pijamas PLUS SIZE invade as novas estações com muitas cores, diversão, responsabilidade, amor e delícias.
A Linha PSIU celebra o amor nos tempos da internet, onde ele é declarado, em todas as suas formas, através das redes sociais. A linha traz cores vivas e uma estampa atual, o que nos convida a fazer uma nova declaração de amor a todo o momento.
A Linha RECYCLE é um pedido carinhoso de todas nós para as pessoas que nos cercam. Um pedido para que as pessoas tenham uma conscientização maior sobre a importância da reciclagem para o futuro do nosso planeta... Um pequeno gesto e estaremos ajudando a mudar o mundo! Vamos reciclar nossos sonhos?
A Linha JOANA é pura diversão e alegria. Sua cor vibrante e sua estampa divertida faz dela uma campeã de vendas. É difícil não render-se ao charme dessa Joaninha...
A Linha Sweet Dreams está de dar água na boca! Com um delicioso “cupcake” (mini bolo com cobertura- muito famoso nos EUA) a linha promete doces e alegres sonhos.
A Linha FUNNY Romance, como o nome já diz, foi idealizada para as mais românticas. Suas cores claras e seus pequenos bordados de joaninha imprimem delicadeza a essa linha tão querida entre nossas consumidoras. Seguindo a FUNNY Romance, temos uma novidade nessa coleção: a Linha FUNNY Botões, essa linha foi criada para as mamães e também para àquelas mulheres que preferem camisolas abertas.
A ANNA JOANA espera que as novas estações tragam diversão, amor e delícias para todas as nossas clientes.
Que as noites sejam alegres e agradáveis e que seus sonhos sejam sempre realizados e renovados.
Nossa coleção foi desenhada pensando em você, grande mulher, por isso, fale com a ANNA JOANA, nos dê sua opinião, sua sugestão, sua crítica ou elogio, teremos muito prazer em ouvir você.
Um Grande Abraço,
Karina Williams
Diretora Executiva
ANNA JOANA Camisolas e Pijamas Plus Size
 Telefone: 13. 3425 3522
contato@annajoana.com.br                      

Dica de viagem ao contrário: porque NÃO ir ao EcoChalé do Rio Quente Resorts


Vocês sabem que sempre compartilho aqui as dicas das viagens legais que fiz. Inclusive já fiz sobre Rio Quente (não viu? Clique aqui e leia). Mas hoje infelizmente venho aqui compartilhar uma viagem que não valeu a pena, em Rio Quente mesmo. 

Lembram que eu disse que o Rio Quente Resorts é bem legal, mas é caro? Pois é, eles têm um Chalé que eu sempre tive vontade de ficar, mas nunca consegui. Durante um tempo, eles não abriam fora de temporada, então era uma novela eu conseguir. Depois eles fecharam. Aí abriram, mas a cada 3 dias de hospedagem você só tinha um dia de Hot Park. Até que desta vez vi uma promoção interessante no twitter do Rio Quente Resort, mas era com aéreo. Perguntei de outras promoções e eles me indicaram a loja deles em Brasília. Liguei e eles me repassaram para uma empresa de turismo que ainda tinha algumas vagas nos EcoChalés. Falei com a dona da agência, acertei tudo e, como ela ficava muito longe, fiquei de ir pagar na loja do Rio Quente Resort. Fiquei tão feliz que paguei uma hospedagem pra minha mãe também, porque ela sempre foi louca pra conhecer o Resort e eu nunca conseguia uma chance de levá-la.

Reparou que descrevi lá em cima que falei com Deus e o mundo nessa história, não é? Pois eis que ao chegarmos lá, tenho uma desagradável supresa: quem fica nos EcoChalés NÃO tem direito à ter acesso às piscinas do Resort. Sim, você não leu errado! Você paga muito mais caro do que em qualquer pousada ou flat da cidade, para ter acesso à UMA piscina. Sim, UMA piscina. Ah, claro, você pode entrar todos os dias no Hot Park. Mas sinceramente, pelo preço que pagamos, dá muito bem pra pagar um flat/pousada com mais piscinas e sauna e ainda assim pagar as entradas do Hot Park. Sem contar que temos que, OBRIGATORIAMENTE, comer do restaurante do Hot Park, que no feriado fica com filas quilométricas. Não estou exagerando, as filas ficam realmente imensas. Só não fiquei horas no sol porque consegui explicar ao moço que controlava a entrada de que eu estava com um bebê de 10 meses, uma criança de 6 anos e uma senhora de 60, não dava pra ficar ali em pé por horas.

O local até que é bonitinho. Mas não vale o preço que se paga.
Não me entendam mal, o lugar é até bonitinho e bem cuidado. Acontece que se fosse uma pousada comum, com preços comuns, eu teria amado. Só que não é, faz parte do Resort, mas eles fazem de conta que não. Dá pra acreditar que nem na área reservada para hóspedes da Praia do Cerrado podemos entrar? Eu fiquei me sentindo discriminada, uma vergonha. Ah, tem mais!! Não podemos entrar com o carro no Resort, temos que usar o mesmo estacionamento dos visitantes, que custa R$ 25,00 por dia e fica do lado de fora, longe pra dedéu, principalmente se você está empurrando um carrinho de bebê. Claro que eles tentam te agradar e fazem uma promoção: hospede do EcoChalé paga apenas R$ 10,00. Mas anda pra dedéu do mesmo jeito. Ou então você pode pegar o ônibus que passa duas vezes por dia na ida e duas na volta, enquanto os ônibus dos outros flats que também ficam fora do Resort passam várias vezes POR HORA, tipo de 10 em 10 minutos.

Acha que não dá pra ficar pior? Dá sim. Quando chegamos lá, estava acontecendo um incêndio florestal no bosque próximo ao EcoChalé. Ficamos meio preocupados, mas estava longe e a recepcionista nos disse que estava vindo mais um caminhão pipa. Fomos para o Hot Park e eis que, quando chegamos, o Hotel inteiro está tomado por fumaça. E o incêndio chegou a cerca de 200 metros do nosso chalé. Entramos no quarto, tomamos banho, o quarto com cheiro de queimado, tudo cheirando a fumaça, nossas roupas, nosso cabelo, tudo. Gustavo começou a ficar preocupado com as crianças, principalmente com a Alice, tão novinha e com tanta fumaça. Foi na recepção, pediu, implorou. Tudo que conseguiu ouvir foi que não ficássemos com ela lá pra "não prejudicar a bebê". Como assim?? Se não ficassemos lá, iamos ficar onde, já que eles não nos arrumaram lugar pra ficar.

Aqui dá pra ver onde o fogo chegou. E o nosso apartamento ali atrás.
Saímos, fomos pra cidade lanchar, esperançosos de que as coisas melhorassem. Lá na cidade Gustavo ainda foi no Flat I conversar com a tal de Magna, funcionária que estava nos atendendo. Tudo o que ela dizia era que já tinham liberado o acesso às piscinas do Resort por aquela noite para os hóspedes do EcoChalé (oi? Aí eu volto da piscina e volto pra fumaça?) e que não poderia fazer mais nada por nós. Depois de muito pressionada, ela disse que poderia oferecer um apartamento no Giardino, mas que teríamos que sair às 8 da manhã. Então, pra explicar melhor: Eu ia ter que desmontar tudo do chalé, colocar no carro, levar pro Flat (que fica super longe), pra cedinho acordar as crianças, desmontar tudo de novo e voltar pra fumaça???

A essa altura eu já estava P da vida com o atendimento do Resort e com vontade de socar o primeiro funcionário que passasse na minha frente. Pra não cometer injustiças, peguei Alice e me tranquei no quarto com o ar ligado, rezando pra que entrasse o mínimo de fumaça possível. Dia seguinte cedo nos mandamos pro Hot Park, que tava infernal de cheio, como todos os feriados, mas tinha um ar mais respirável pras crianças.

Enfim, a gente conseguiu tirar coisas boas do feriado, as crianças se esbaldaram nas piscinas infantis do Hot Park e, no último dia, na única piscina do EcoChalé. Mas esses pequenos aborrecimentos tiraram todo o brilho do meu feriadão, a alegria que eu estava ao sair de casa. E a decepção que eu fiquei pela minha mãe, que achava que ia finalmente conhecer o Rio Quente Resort, não tenho palavras pra descrever. Fica aí então a dica ao contrário: só vá ao EcoChalé se estiver plenamente consciente de todas as limitações do local. Eu, particularmente, não indico. Prefiro pegar uma das pousadas e flats que indiquei no outro post e pagar as entradas do Hot Park à parte. Sem contar que o atendimento de lá está realmente deixando muito a desejar.

A minha varandinha

Eu tenho uma varandinha na minha casa alugada, que gosto muito. Não tinha feito nada lá ainda, mas tava cheia de idéias. De uns tempos pra cá comecei a colocar a mão na massa e trabalhar pra criar o meu cantinho gostoso. Ainda não tá pronto, tô na metade do caminho e sem tempo pra mexer nisso, porque troquei de horário de trabalho essa semana com a minha amiga e de manhã não me dá tempo pra nada. Então estou tentando fazer quando chego em casa de noite, depois de enfrentar o engarrafamento. Pelo menos desestressa...rs

Olha, a varandinha era assim:


Tava cheia de tralhas, brinquedos do Vítor, o tampão do meu carro que eu tenho que tirar toda vez que coloco o carrinho da Alice no porta malas.


Esse aqui é um close. Dá pra ver que tinha umas plantinhas mortas lá atrás e um monte de vasos também.

Agora, na metade do processo, algumas tralhas a menos, mas a mesinha do Vitor continua ali e o meu tampão também (ele vai e volta conforme a necessidade...rs). Mas foi descuido meu, podia ter tirado dali pra foto, né? rs

Olha as mudanças: nesse vaso grande aí da frente tem um pé de jaboticaba. Do lado dele, no chão, tem um monte de plantinhas que compramos e transplantamos praqueles vasinhos que estavam abandonados lá atrás. Tem Dinheiro em Penca, Suculentas, Cactus, Mini Rosa, Azaléia e Citronela.



Na parede, os enfeites de barro que compramos em Natal no ano passado e três enfeites que aprendi a fazer com a minha amiga/irmã Aninha Medeiros, do blog A casa que minha vó queria. Só que eu descobri que eles são muito leves pra ficar assim do lado de fora, então tirei enquanto não boto em prática a solução que eu criei pra que eles não voem mais.



A cadeira de balanço eu ganhei da minha madrinha de casamento e madrinha da Alice, a querida Marcinha. Era da mãe dela e veio pra mim quando fiquei grávida. Passei ótimos momentos nela, muito confortável. Agora vai ficar aí, pra que eu possa ler meus livrinhos bem feliz.

Do lado direito da foto dá pra ver os vasinhos de lata que fiz? Reciclagem!! Fiz uma decoupagem com o mesmo tecido dos bastidores que mostrei na foto anterior. Estavam aí secando e aguardando que eu fizesse o acabamento neles.

O vaso com flores amarelas do outro lado ficava dentro de casa, mas com a Alice mexendo em tudo, ele foi pra fora. Ainda não decidi a localização final dele na varanda, pq esse lugar aí tá reservado pra outra coisa, que vou falar lá no final.


Olha aí um close dos vasinhos que esperavam felizes a hora de receber o acabamento...:) E a florzinha que a Margaret (Margaretss) me indicou.


Essa aqui é só pra mostrar o bebedouro de beija-flor...rs

E essa aqui é a inspiração pro que eu tô fazendo agora, que vai ficar no lugar daquele vaso. Achei uma escada velha de metal, que era dos antigos moradores. Tô lixando e passando primer. Depois vou pintar e forrar os degraus com tecido. Vai virar uma estante pra plantas.

A idéia veio depois que meu marido falou que a faxineira ia ter o maior trabalhão pra lavar a varanda e eu nem tinha pensado nisso. Dei umas buscas na internet e pronto!!! Já tinha a idéia que eu queria.

Ah, esqueci de dizer que também vou colocar uma rede ali, que eu gosto muito de ficar balançando no fresquinho! rsrs

Volto pra trazer as fotos finais quando eu terminar.
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