Os melhores e piores hotéis e pousadas no Brasil para crianças

Eu sei que isso não é uma idéia lá muito original. E preciso confessar que que copiei a idéia daqui (Viaje na Viagem) e daqui (Eu Viajo com Meus Filhos). Só que não é uma cópia, cópia... porque eu tô juntando as duas idéias numa só. Então é o seguinte: você já viajou para algum lugar, no Brasil, com seus filhos e achou que o lugar era um barato para crianças? Ou, ao contrário, foi a algum lugar com seus filhos e descobriu que lá é a maior furada para crianças? Faça seu comentário, divida conosco sua experiência. Se souber o link, coloque também.

Dependendo da quantidade de comentários, acho que dá até pra fazer um post só com as opiniões de vocês, deixar isso eternizado pra ajudar um monte de gente que, como nós, adora viajar com seus pequenos.

Então coloquem a mão na massa!!! Não esqueçam de dizer a cidade e o estado onde o hotel está localizado.

Despedindo de um guerreiro

5 comentários

Eu já contei uma vez aqui que temos um grupo de mães no twitter, que nos conhecemos ainda grávidas e acompanhamos cada pedacinho da história de cada uma. E também já contei aqui que o Theo, da Aline Bretas, passou por uma luta grande e que era um guerreiro corajoso.

Hoje eu venho, com o coração sangrando, dizer que estamos nos despedindo deste bravo guerreiro. Ele ficou cansadinho de tanta luta e Papai do Céu disse a ele que era hora de descansar, que ele tinha lutado o bastante.

Depois de uma cirurgia, o pequeno teve duas paradas cardíacas e foi encantar os anjos no céu com seus sorrisos e sua alegria.

Deixou aqui na terra uma mamãe pra lá de lutadora e corajosa, que NUNCA esmoreceu e nem deixou de acreditar. E um monte de titias tristes, titias que rezavam diariamente por sua saúde e gostavam da mamãe e dele como se fossem da família.

Aos meus amigos leitores deste blog peço que, ao lerem este post, façam uma pequena oração pelo Theo e, principalmente, pela nossa querida Aline, que já deve estar tremendamente saudosa do seu amado guerreiro.

A beleza das coisas simples da vida



Ontem, quando escrevi o post sobre vínculo, eu ia escrever sobre outra coisa. Mas como era dia de blogagem coletiva da Rede Mulher e Mãe, eu não podia perder, né? Mas o que eu ia escrever é sobre o meu aniversário. No final, até foi bom, porque meu pai e o Gustavo fizeram um jantar surpresa pra mim e eu adorei. E fiquei pensando em como as coisas mais simples da vida são as melhores.

Linguicinha acebolada com cerveja. Hummm...
Meu pai fez linguicinha de Juiz de Fora/MG frita, com cebola dourada na manteiga. E Gu comprou umas cervejinhas especiais. Quer coisa mais simples e mais deliciosa? Eu simplesmente A-M-E-I!! E preciso confessar: não troco a noite de ontem por nenhuma balada, em lugar nenhum!

Um bolo muito gostoso e uma tulipa de cerveja deliciosa.
 Do mesmo jeito que a noite foi especial, o dia também foi. E, do mesmo jeito, foi um dia simples. Pela primeira vez, em muitos meses, tive aqui em casa a minha família toda reunida: meu pai, minha irmã e minha mãe. Claro que meus filhos alegraram ainda mais esse encontro, não é?

Eu desejo, de presente de aniversário pra mim (hehehe) eu desejo muitos e muitos dias simples como esses. :)
Quero muitos dias desse sorriso encantador e dessas perguntas intermináveis...

...e muitos dias desse sorriso contagiante e dessa bagunça maravilhosa!

Vínculo entre mãe e filho


Eu sou suspeita pra falar de vínculo entre mães e filhos. Porque eu acredito que vínculo até pode ser criado, mas muitas vezes "vem de fábrica". Cada filho é um filho e a gente se relaciona com cada um de um modo. Amar a gente ama do mesmo jeito, mas o vínculo pode ser inexplicável, "de outra vida", ou criado.

Eu fui mãe solteira do Vítor. Tive um apoio tremendo dos meus pais, mas sempre é uma barra enfrentar o primeiro filho desta maneira. Mas o Vítor sempre colaborou, sempre facilitou as coisas pro meu lado. O vínculo que tenho com ele não tem explicação, é como se nós nos conhecessemos de muitas e muitas vidas. Sempre fomos muito unidos, desde a gravidez. Até hoje ele é um companheiro sem igual. Se eu disser que vou a pé até a lua, ele vai comigo, pode ter certeza. E se tem uma coisa da qual eu estou certa é de que, aconteça o que acontecer, eu nunca vou estar sozinha. Porque posso não ter mais ninguém ao meu lado, mas o Vítor estará. Como eu tenho certeza disso? Não sei, apenas tenho.

O Vítor tem muitos ídolos e gosta muito de muitas pessoas, como minha mãe - eles são apaixonadissimos um pelo outro, meu pai - que foi o pai dele por muito tempo, e o meu marido - que é o verdadeiro pai, aquele que cria, né? Mas a mamãe aqui tá sempre no topo da lista. E falo isso sem modéstia e com muita alegria. E com um pouco de medo também, porque sei que ele se espelha muito em mim pra tudo, então eu preciso sempre andar na linha. Se eu ando muito irritada, pode contar que logo logo ele começa a dar trabalho também, bravo e irritado, imitando até meus gestos e jeito de falar.

Uma vez fomos a um almoço beneficente num lar de idosos e ele quis saber o que era isso. Eu expliquei. E ele virou pra mim e disse: mas mãe, as famílias deles não vêm visitar? E eu disse que alguns vinham, outros não. E ele, num misto de decepção e de braveza: eles não sabem que vão ficar velhos um dia também? E meu peito se encheu de orgulho, né? rs

Não é que eu não ame a Alice, nem que eu não tenha orgulho dela assim. Eu e Alice nos amamos e somos bem grudadas. Acontece que com ela o vínculo foi criado, não "nasceu pronto" como o do Vítor. Sem contar que o vínculo dela é mais forte com o pai. Ela ama o pai de graça, com uma força tremenda. Não pode vê-lo, nem de longe, que não sossega e não para de berrar enquanto ele não a pega no colo. É com ele que ela dorme melhor e come melhor. Assim como eu e Vítor, um vínculo inexplicável. E a coisa mais linda de se ver.

Seja lá como for, eu não tenho como negar: sou outra pessoa depois que tive filhos. Meus objetivos mudaram, meu modo de viver mudou, tudo mudou. E eles podem dar o trabalho que for, me deixarem quase louca com os desafios que me apresentam e eu sou obrigada a me virar do avesso pra vencer. Eu os amo incondicionalmente. E cada dia mais e mais. E se Deus me desse condições pra isso, eu teria pelo menos mais um, de preferência adotado. Porque meu coração tem amor demais pra eles, não vai faltar não.



Aniversário das crianças


A Alice faz aniversário no dia 16 de outubro. É, minha bebezinha fez 1 ano!!! Eu queria comemorar, mas não sou muito fã de fazer festão pra comemorar o primeiro aniversário, porque eles nem aproveitam tanto assim. Então Vítor veio me perguntar se não podia comemorar o dele também. Ele faz no dia 16 de janeiro, uma data que em Brasília nunca tem ninguém na cidade. Férias escolares, todo mundo viajando, na praia. A gente sempre faz alguma coisa, mas ele nunca consegue chamar os amigos da escola, que são os mais próximos. Então eu topei, porque fazer festa pra criança grande tem mais aproveitamento, né? hehehe

Iamos fazer do Peter Pan, ele seria o Peter e a Alice seria a Sininho. Mas tava muito difícil de achar a mesa temática e achamos umas lindas do Madagascar, então mudamos de tema. O primeiro passo foi bolar o convite, que ficou assim por dentro:


E assim por fora:


Depois, bolei o arranjo de mesa, usando latas de NAN (que a Alice tomou), de nescau (da casa da dinda Márcia) e de farinha láctea (aqui de casa também). Personalizei o rótulo, coloquei papel de seda e papel celofane, brinquedinhos e alguns doces: 


Pra finalizar, balões com estampa de zebra e de girafa:


Outro passo foi definir as lembrancinhas. Os potinhos de papinha que a Alice comeu ganharam rótulos e tampinhas de tecido e foram "recheados" com a versão mini e genérica do M&M:



Juntamente com cada potinho desses, também tinha um risque rabisque, que fiz com desenhos pra colorir do Madagascar, uma caixinha de lápis de cor e uma capa personalizada:


A mesa temática, como eu disse, aluguei. Linda, com Glória e Moto-Moto na gangorra (era animado), iluminação, até o avião em cima da árvore. Adorei.



Na mesa de guloseimas, pirulitos que personalizei com adesivos com a mesma estampa dos rótulos e do convite. Árvores de balas que fiz só pra me livrar de um tantão de balas que tinha aqui em casa (da antiga empresa do Gustavo), dão um trabalhão mas valeram a pena. Brigadeiros de colher que também personalizei com adesivos e guloseimas diversas:



Não era uma super festa, mas acho que ficou legal:


Então depois eu volto com mais fotos, da parte não técnica da festa, os aniversariantes, os brinquedos, a bagunça...rs

Sumiço





Estou meio sumida, né? É que faltam só duas semanas pro aniversário das crianças e eu inventei de fazer um monte de coisas, como a arte gráfica do convite (mais recortar e montar), os enfeites de mesa e as lembrancinhas. Então tô na maior correria, porque continuo trabalhando normalmente, fazendo um blog e uma assessoria de imprensa. Mas já já a correria acaba e eu volto pra companhia de vocês. Enquanto isso, vão umas fotos pra matar a saudade! :)






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