Paraty: uma alternativa para um dia de chuva em Ubatuba

Está passando uns dias em Ubatuba com as crianças e choveu? Não sabe o que fazer? Uma boa dica é colocar todo mundo no carro e ir passear em Paraty.

Eu costumo brincar que as vezes o sol fica proibido de cruzar a divisa RJ/SP. Como nessa última vez que fomos. Em Ubatuba estava uma chuva DAQUELAS e em Paraty primeiro estava sol e depois ficou caindo uma garoinha, mas nada que atrapalhasse muito. Na verdade, de acordo com meu marido, isso até ajudou. Pois passear na cidade com solão e esse calor de dezembro seria dureza.

O que fazer em Paraty?

- Passear no Centro Histórico;
- Visitar o Forte Defensor Perpétuo;
- Almoçar em um dos muitos charmosos restaurantes do Centro Histórico;
- Passear de charrete;
- Tomar um delicioso sorvete enquanto passeia na praça;
-

E se vocês quiserem outras dicas, para passear com as crianças em Paraty também em dias de sol, confira as dicas dos seguintes blogs:

Feliz Natal!

Assista a "Árvore de Natal Magazine Luiza - Vitor Alves e Alice Alves" no YouTube

(Estavamos passando no Magazine Luiza e o Vitor ficou louco pra gravar a mensagem e aparecer na árvore de Natal de tvs. Claro que Alice logo quis também, né? Foi rapidinho, mas ficou uma gracinha)

*Postado pelo Android

Começando o adeus às chupetas

Faz tempo que estamos ensaiando a retirada da chupeta da Alice. Ela fez 3 anos em outubro e é mais apegada à "pepeta" do que o Vitor era na idade dela.

Então começamos a velha história de dar a chupeta para o Papai Noel. Ela já estava convencida a trocar o presente pela pepeta quando resolvi explicar melhor o que vaí acontecer, que depois que ela der não vai ter de volta, nem só na hora de dormir como ela me sugeriu durante o papo. E para começar o treinamento, resolvi começar esta noite.

Na hora de dormir entreguei o mamá como de costume, mas tirei a chupeta da orelha do cachorro de pelúcia antes de entregar a ela. E fui entregar o lençol do Vitor no outro quarto. Quando voltei me sentei no Puff ao lado da cama dela, no escuro, como sempre fazemos. E veio a seguinte conversa:

- Mamãe, cadê aquela "mimina" que tava na sua mão?

Eu, me fazendo de boba, disse:

- Que menina?

- Aquela mamãe! Aquela que tem um nome. Que começa com Pe...

-...túnia!

- Não mãe! (rindo) Pe...

-...dreira!

- Não mãe! Aquela que é amiga dos nenéns!

- Ah, se ela é amiga de um neném, deve estar com um deles...

- Aquela que se chama pepeta (cochichando)

- Alice, chega de enrolação, a gente combinou que você ia começar a dormir sem chupeta, lembra?

- Então vem dormir comigo? Porque eu não aguento mais essas pessoas que não dormem comigo...

- Tá Alice, tá bom. Vou tomar banho e volto depois, boa noite.(e claro que não voltei)

P.S.: Ela dormiu a noite inteirinha sem chupeta. Pode ser que não seja sempre assim, mas foi um ótimo começo!

Tirando o carro da garagem


Como uma pessoa tira o carro da garagem ANTES de ter filhos:


Sai de casa, tranca a porta, olha na bolsa para ver se não esqueceu nada, pega a chave do carro, destranca, coloca a bolsa lá dentro, vai até o portão, destranca, abre, volta para o carro, coloca a chave na ignição, liga o carro, engata a ré, anda um pouquinho, espera a hora que não passa carro nenhum, sai com o carro, desliga, vai até o portão, fecha, volta para o carro, liga de novo e sai.

Como uma pessoa tira o carro da garagem DEPOIS de ter filhos:

Sai de casa, olha na sua bolsa e na das crianças se esqueceu alguma coisa, tranca a porta, lembra que esqueceu o celular, volta correndo em casa, destranca a porta, pega o celular, tranca a porta de novo, põe um filho na cadeirinha, manda o outro abrir o portão, vê se colocou mesmo todas as bolsas no carro, coloca a chave na ignição, liga o carro, abre o vidro para escutar o que o mais velho tá berrando lá do lado de fora, fecha o vidro de novo porque tá um calor infernal e o ar não está dando conta do recado, olha para os lados para ver se o filho mais velho não está no caminho, começa a dar ré. O filho mais novo dá um berro: cadê o Teco (o gato)???? Você vai passar por cima do Teco!!! Eu não estou vendo o Tecooooooo!!!

Anda um pouquinho com o carro, espera a hora que não passa carro nenhum, explica para o caçula que o Teco está em um lugar seguro (3 vezes seguidas), sai com o carro, responde de novo que não dá para ver o gato porque ele está em um lugar seguro, para o carro na frente do portão enquanto espera pacientemente que o filho mais velho feche (porque ele perde o foco a cada 30 segundos, a cada mosca que passa), abre um pouco o vidro e lembra: é pra hoje!!. O filho volta para o carro, você engata a marcha e sai, respondendo pela milésima vez que o gato está lá, mesmo que não dê para ver...

Tradição ou modernidade?


Esse blog anda meio "abandonado", não é verdade? Esses últimos dias têm sido bem cheios, com duas viagens, inclusive. Prometo que em breve venho contar os detalhes e novidades e que também não vou mais deixar o blog tão ao léu...rs

Mas hoje eu vim falar de mudanças, do quanto algumas pessoas têm resistência a deixar de lado as tradições para se render às modernidades. Eu me lembrei disso ontem, enquanto assistíamos novamente o desenho Madagascar 3, quando os animais do circo discutem se devem ou não mudar o jeito de suas apresentações, se devem continuar seguindo a tradição ou se devem mudar para algo mais moderno. O tigre Vitale argumenta que sempre seguiram a tradição e o leão marinho Stefano responde: mas a tradição não tem atraído mais tantas pessoas para os espetáculos atualmente, não é?

Era só um desenho, mas como vemos isso no dia a dia! Eu, particularmente, acredito que as tradições não devem ser esquecidas, mas que não podemos ficar parados no tempo eternamente. Até porque, mesmo que a gente queira ficar assim, o mundo não vai nos acompanhar, vamos ficar para trás. E, dependendo do caso, isso até pode ser perigoso e colocar em risco a nossa vida ou de outras pessoas.

Acho que tive boas orientações durante a minha vida. Nunca vou me esquecer de um chefe escoteiro que sempre nos falava sobre isso, sobre quebrar paradigmas. Inclusive, foi a primeira vez na vida em que escutei essa palavra. Uma vez ele nos pediu que juntássemos as duas mãos, cruzando os dedos. Aí pediu que cruzássemos de um jeito diferente do que estávamos acostumados, "pulando" a posição de um dedo. E perguntou se estávamos sentindo o desconforto, para completar: se com uma simples troca de posição de dedos a gente já se sente esquisito, imagina com uma mudança grande, substancial? Mas isso não deve ser motivo para não mudar. Afinal, se você insistir mais, aos poucos o desconforto vai diminuindo e chega uma hora em que você já nem sente mais a diferença.

Hoje o grande chefe Osny Fagundes já está no Grande Acampamento, mas deixou as sementes muito bem plantadinhas por aqui, em um grande número de jovens (sem contar com as contribuições ainda mais efetivas). Não posso dizer pelos outros, mas em mim essa semente germinou e hoje dá frutos. Consigo entender muitas mudanças e enxergar a necessidade delas. Consigo reverenciar a tradição, mas entender que se continuarmos presos a ela poderemos pagar um preço muito alto.

Para colocar isso um pouco mais na nossa vida, no dia a dia, vou dar alguns exemplos:

- Antigamente as crianças viajavam deitadas no porta-malas (meu pai fazia camas para a gente lá), isso era uma tradição em viagens familiares. Hoje, depois de muitas pesquisas, sabe-se que isso não é seguro, porque em caso de acidente as crianças estão sem cinto de segurança;

- Quando as mulheres começavam a amamentar, era recomendado que tomassem cerveja preta, para aumentar o leite. Hoje sabe-se que o álcool passa para o leite e, consequentemente, para o bebê.

- Durante um tempo achava-se que a extinção das espécies era o nosso maior problema ecológico. E foi criada uma insígnia no Movimento Escoteiro, exclusivamente sobre isso. Atualmente sabemos que nossos problemas ecológicos são muito maiores do que somente a conservação das espécies (não que isso não seja importante).

E por aí vai, a lista é praticamente interminável. São coisas que fizemos a vida inteira, mas que nem sempre fazem mais sentido em serem mantidas desta forma. Não é questão de desrespeito com quem veio atrás da gente e que, muitas vezes até abriram caminho, foram pioneiros. É apenas questão de que a vida deve seguir...

O que vocês acham? Concordam comigo ou acham que deve ser diferente?
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