Um presente valioso

Quer presente melhor do que esse? Educação para a vida, amizades verdadeiras e duradouras, liberdade para sonhar, contato com a natureza...

Para saber onde fica o Grupo Escoteiro mais próximo da sua casa, basta acessar o site da União dos Escoteiros do Brasil.

Overdose de Contos de Fadas


A tv aqui em casa fica a manhã inteira passando desenhos: Dora Aventureira, Cocoricó, Sid o Cientista, Vingadores, Tom e Jerry e por aí vai. Se os deveres (da escola e da casa) estão feitos, a programação é livre, mesmo que cada um assista a uma tv diferente (com programações diferentes, claro).

De tarde eu trabalho e arrumo a casa, então a tv acaba ficando desligada, a não ser pelo breve tempinho em que eu assisto ao jornal.

De noite é hora de contar o que aconteceu na escola, jantar e se preparar para dormir. Raramente sobra um tempinho para tv, a não ser o Vítor que assiste Caçadores de Mitos. Como eles dormem cedo, logo eu tenho tempo livre para assistir aos meus programas, liberdade afinal! Aí eu vejo o jornal, a novela e um ou dois episódios dos meus seriados favoritos.

Ontem me peguei pensando: passo o dia em uma overdose de contos de fadas e personagens de desenhos animados. Aí, na minha hora de liberdade, quando estou vendo meu seriado, o episódio tem a Branca de Neve, os Sete Anões, a Chapeuzinho Vermelho e a Vovozinha invadindo um castelo para libertar o Príncipe Encantado. Mas o resgate não deu certo porque a Madrasta/Bruxa Má o levou para outro castelo. O dia foi salvo pelo Caçador, que libertou o Príncipe, mesmo correndo o risco de enfrentar a ira da rainha (Once Upon a Time).

Acho que estou sofrendo de overdose de Contos de Fadas...kkkkkk

Vídeo patrocinado: Brincar ajuda na futura escolha da profissão?

A maior parte das mães já sabe que a infância é uma fase muito importante para a experimentação das crianças. Muitas vezes até mesmo para a decisão de uma futura escolha de profissão. Quantas vezes a gente não olha para trás e pensa no quanto brincou com o que hoje faz para sobreviver? Eu mesma me lembro dos jornais que eu fazia e colocava atrás da porta de casa, primeiro à mão, depois no computador.

Nesse dia até eu entrei na brincadeira!

Se a gente ficar podando as crianças, colocando muitas regras nas brincadeiras, impedindo de fazer certas coisas, acaba podando também a imaginação e a capacidade deles de criar e achar soluções, de serem versáteis. Sei que não é fácil, porque dependendo da brincadeira fica uma sujeira danada e dá muito trabalho para sair. Já perdi a conta de quantas roupas tivemos que deixar só para usar em casa por aqui, por causa das invenções mirabolantes do Vítor, que as vezes quer ser um cientista, as vezes quer salvar o Rio Tietê, as vezes quer ser astronauta... 

Será que ele vai ser chef de cozinha?
Ou comandante de um barco?
Por isso achei tão legal a nova campanha da OMO, que fala justamente sobre essa escolha das profissões pelas crianças. É uma série de vídeos nas quais as crianças experimentam diversos tipos de trabalhos e, o melhor, com a ajuda da OMO para limpar direitinho a sujeira depois (tá achando que é moleza? rs).

Acho que vou ter mais uma cozinheira por perto! rs
Confiram que legal:


*Este post é um publieditorial patrocinado pela OMO

Passeio com crianças: 10 dias em um veleiro, entre Ubatuba e Paraty

Faz tempo que estou devendo um post sobre as viagens que fiz com as crianças no veleiro do meu pai, um Fast 345 (34 pés e meio de comprimento, o equivalente a 10,50 metros), o Alphorria. Só para ambientar quem não está acostumado com veleiros, o Fast 345 é assim por fora:

Alphorria ancorado na Baía da Preguiça


E assim por dentro:

Uma cabine (quarto) na proa (parte da frente do barco) e outra cabine na popa (parte de trás do barco).
Duas camas de solteiro, uma a boreste (direita) e uma a bombordo (esquerda).
Ao lado da cama de bombordo, uma mesa de navegação.
Ao lado da cama de boreste, a cozinha.
Entre a cabine de proa e o resto do barco, um banheiro.

Bem, eu expliquei tudo isso por alguns motivos. Primeiro porque quando se fala em veleiros, as pessoas logo pensam em iates. Quando digo que meu pai mora em um barco, muitos dizem: que chique! E isso é um grande engano! Velejar está mais para acampar do que para hotel de luxo. Mas isso é tema para um outro post, que virá depois. Hoje vou me ater à viagem, ou isso aqui vai ficar imenso e ninguém vai querer ler. E continuando os motivos, o segundo é que é importante para o post demonstrar que, apesar de ser um espaço relativamente pequeno, tem toda a estrutura necessária para levar crianças. Inclusive conheci pessoas que ficaram o mesmo tempo que nós em barco muito menores e também se divertiram muito.

Brincando de panelinha durante uma das travessias.

Brincando de areia na praia de Almada.
Bruno, Paula e Pedro (só faltou o Fernando na foto), tripulação do Acrux,.
Ficamos 10 dias a bordo com meu pai, participando do Cruzeiro Costa dos Tamoios, realizado pela Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro (mais informações sobre o Cruzeiro e sobre a ABVC aqui). Como meu pai não conseguiu levar o barco para Ubatuba a tempo (de onde o Cruzeiro partia), nosso primeiro dia foi navegando de Angra em direção a Ubatuba, para encontrar o pessoal. No primeiro dia cruzamos a tão temida Ponta da Joatinga (enJoatiga para alguns), famosa por seu mar batido e que faz tantos navegantes enjoarem. Claro que eu e meu pai estávamos meio preocupados com as crianças, com medo de que elas enjoassem, já que eles nunca tinham feito uma travessia tão grande, mas não deixamos transparecer para que eles não ficassem influenciados. O Vítor realmente deu umas enjoadas e umas vomitadas, mas logo depois dormiu e ficou tudo bem. Alice enjoou por minha culpa: eu tava com sono e fui para a cabine dormir e levei-a comigo. Não se deve ficar dentro do barco com ele em movimento, no mar batido, porque isso causa enjôo...dito e feito. Mas não tivemos mais problemas com isso. Inclusive, como meu pai comentou depois, eles deram muito menos trabalho do que muito marmanjo que velejou com ele.

Vítor fazendo cara feia para a Ponta da Joatinga, onde ele enjoou.

Durante esses dias visitamos a Ilha Anchieta (uma reserva ambiental), praia de Almada (no litoral norte de Ubatuba, meio isolada e deliciosa), Ilha da Cotia (uma ilha completamente desabitada e com linda baía) e Paraty. Foram dias muito gostosos, de acordar e dormir cedo, nadar bastante, comer peixes e frutos do mar, bater muito papo e fazer novas amizades. Em vários dias choveu, mas normalmente o tempo só ficava nublado, então dava para curtir bastante.

Ilha da Cotia

Nadando na Baía da Preguiça (perto da Ilha da Cotia)
A pergunta principal que me fazem é: mas eles não te deram trabalho? Sim, deram. As vezes desobedeceram, as vezes fizeram pirraça, as vezes brigaram. Mas, sinceramente? Foi exatamente o mesmo trabalho que me dão em casa. E não ficaram entediados nem uma vez, nem umazinha só. Mesmo quando choveu muito e não dava para sair do barco, eles viam dvds, liam revista, coloriam ou ficávamos todos juntos batendo papo. Na maior parte do tempo só a paisagem diferente era suficiente para distrair as crianças, já que sempre tinha um barco passando por perto, uma praia diferente, uma montanha alta, até golfinhos vimos!!

A visita dos golfinhos!
Assistindo dvd num dia de chuva. Esse aí pode ser carregado na tomada elétrica ou acendedor de cigarro.
Claro que o barco não é como nossa casa e é preciso ter jogo de cintura para adaptar as situações. Mas não é nenhum bicho de sete cabeças e, qualquer pessoa que já tenha passado alguns dias fora de casa com seus filhos também conseguirá fazer o mesmo no barco. E quer saber? Além de ser uma delícia, as crianças aprendem tanto!! Vale muito à pena!

Essa é a cozinha: nesse espaço tem fogão, geladeira, pia e armários.
Aquele pedal ali embaixo é que faz a água da pia sair.
Quando aparece um solzinho a gente corre pra estender as roupas.
Para economizar água doce (que é limitada num barco), a gente lava tudo com água salgada
e passa na água doce no final.
Em breve farei um outro post, contando do Cruzeiro Costa Caipira, que fizemos agora no começo do ano e que foi bem diferente (embora igualmente delicioso).

Sling de mãe para filha...


Alguém sabe onde comprar um sling para bonecas? :)



Que tal uma receitinha prática e rápida? E duas?


Ser mãe é mais ou menos como estar em um veleiro: tem dias em que dá para fazer uma receita mais elaborada, tem dias em que só dá para fazer aquela refeição super corrida. O problema é que quando estamos sem tempo acabamos caindo na tentação de fazer coisas nada saudáveis, tipo miojo ou sopa de saquinho. Claro que uma vez ou outra não tem problema algum, mas eu mesma ando pensando um bocado sobre isso e decidi que vou tentar recorrer a essas coisas o mínimo possível (pelo menos para as crianças... hehehe).

Então resolvi compartilhar com vocês duas receitas SUPER HIPER práticas e rápidas, do livro Gastronomia em veleiros, do meu pai Maurício Rosa (se quiser saber mais e onde comprar, clique aqui). Nem vai precisar de arroz para acompanhar (só se você realmente quiser)!

Peixe no papelote

Ingredientes:

- Papel alumínio
- Filés de peixe
- Sal
- Alho
- Cebola
- Cogumelos
- Alcaparras
- Alecrim/hortelã

Modo de preparo:

Corte pedaços retangulares de papel alumínio, depois dobre quadrado de modo que caibam os filés de peixe e os demais ingredientes. Regue com azeite e feche. Coloque no forno por 10 ou 15 minutos, dependendo do forno e se quiser mais úmido ou mais seco. Abra, sinta o perfume e deguste!

Purê de aipim

Ingredientes

- 1 kg de aipim descascado
- 1 colher de sopa de manteiga]
- 1 xícara de chá de leite
- Sal a gosto

Modo de preparo:

Cozinhe o aipim em água fervente temperada com sal até que esteja macio. Retire da panela e, ainda quente,  amasse com um garfo, retirando o talo. Volte à panela em fogo baixo e adicione a manteiga e o leite. Mexa até virar purê e corrija o sal.

Como lidar com as intermináveis brigas entre irmãos? Parte I

A foto ficou meiga, mas eles também brigam feito cão e gato.
Se tem uma coisa que as mães que têm mais de um filho já sabem é: eles brigam. Não, acho que não me expressei corretamente: eles brigam MUITO. Juro que por aqui tem hora que dá vontade de sair de casa e largar os dois brigando sozinhos. O que me consola (além do fato de que eles também brincam juntos e se dão bem) é que eu sei que não é só aqui em casa que isso acontece e saber que isso é natural. E o que me motiva a procurar novas maneiras de lidar com isso é saber que a forma com que os pais lidam com esses embates pode influenciar um monte de coisas no futuro, desde a forma como eles se relacionarão entre eles até a forma com que lidarão com conflitos em geral, na vida lá fora. Não estou dizendo que é fácil, nada disso! Só estou dizendo que consola um pouco...rs

Conversando com outras mães que passam pelos mesmos problemas que eu, resolvi fazer um compilado de dicas aqui no blog. Algumas coisas eu aprendi na prática mesmo, mais ou menos como um dos lemas do escotismo (aprender fazendo). Outras eu peguei em livros que comprei sobre o assunto e que consulto sempre para tentar facilitar as coisas para o meu lado. Como eu achei muito material interessante sobre o assunto (mais a minha experiência), vou fazer dois posts, para não ficar muito grande e ninguém desistir de ler. No final vou colocar o nome dos livros que eu consultei, pois sei que tem sempre gente querendo ler também. Vamos lá:

- No reino animal os filhotes brincam de brigar. É assim que eles aprendem a sobreviver às hostilidades do mundo adulto. Então tente ter em mente que isso é uma escola para todos (por mais enlouquecedor que possa ser). E não se engane, o relacionamento entre amigos não dá a mesma preparação. Se você não quiser resolver um problema com um amigo você pode simplesmente resolver não vê-lo mais. Com irmãos isso não é possível, então é preciso achar uma solução.

- Não dá para ter as mesmas expectativas para todos os filhos, nem gêmeos idênticos são totalmente iguais. Então tente resistir à tentação de usar um "programa" único para todos.

- Para ter uma briga é preciso dois (ou mais), não dá para separar bonzinhos de maus. Durante algum tempo eu tentei ser "juíza", ver quem estava com a razão, mas no fim desisti. Em alguns casos digo que se eles não se resolverem vou acabar com a brincadeira e pronto.

- Ao invés de tentar resolver o problema, tente "jogar" o problema para eles: pergunte como eles acham que isso pode ser resolvido. Se eles tiverem dificuldade em das sugestões, apresente algumas para eles. E não queira que a situação seja resolvida rapidamente (nem adultos conseguem isso), dê tempo para que eles resolvam. Mas é preciso que eles saibam que, se não houver solução, haverá uma punição (castigo, o fim da brincadeira, a televisão ser desligada). 

- É importante deixar as regras claras. Principalmente sobre comportamentos aceitáveis, espaço pessoal e direito de posse (mais ou menos como em uma guerra...hehehe) E não deixar impune quem desrespeitou essas regras.

- Eu sei que é difícil (sinto isso na pele), mas ignore pequenas disputas. Na maior parte das vezes eles mesmo se resolvem sem que a gente tenha que interferir e isso é saudável para o aprendizado deles.

- No caso de uma grande disputa, ou de algo que eles não consigam entrar em acordo e você realmente precise interferir, não faça interpretações da situação, Diga o que você viu e o que acha que é aceitável. Se ainda assim eles não entrarem em acordo, uma boa solução é deixá-los de castigo em cômodos separados.

- Elogie quando eles estiverem brincando em paz. Minha irmã sempre diz (muito sabiamente, por sinal) que o reforço positivo faz milagres!

O que vocês acham? Têm mais dicas? Então aproveitem para comentar que em breve sai a parte II!

Como lidar com as intermináveis brigas entre os irmãos? Parte II

E aí, vamos à segunda parte do post?


- Alguns livros sobre irmãos focam apenas os conflitos, como se isso fosse apenas um grande aborrecimento para os pais e não (também) um grande aprendizado para os filhos. Por isso eu acredito que é muito importante que os pais tenham conhecimento dos aspectos positivos desses conflitos, para ajudar a passar pelos "perrengues". Eu acho muito mais fácil lidar com as brigas dos dois quando eu tenho em mente que isto vai ajudá-los a lidar melhor com conflitos no futuro. Até me ajuda a não estourar quando o copo já encheu...

- Irmãos menores as vezes são mesmo muito chatos (e nem estou dizendo isso porque sou a mais velha), então é compreensível que o maior se sinta aborrecido de vez em quando. É importante conversar com ele sobre idades e etapas (de uma forma que ele compreenda, claro) e que o pequeno não faz de propósito, mas as vezes é preciso tirar o mais novo do espaço para que o mais velho tenha um local "seguro" para brincar.

- Estimule brincadeiras em conjunto, mas não os force se eles não quiserem, também é preciso respeitar a privacidade de cada um. Todo mundo sente, de vez em quando, a necessidade de ficar um pouco sozinho. Se eles sentem que podem ter seus momentos a sós quando precisarem, brincam juntos com mais facilidade, relaxam e são mais gentis. Parece coisa de livro de auto ajuda, não é? Mas é verdade! Sempre que eu consigo implementar isso direitinho aqui em casa as coisas fluem melhor.

- Tente resistir à tentação de se doer muito quando um ou outro for um pouco mais "malvado". Crianças podem ser monstros com seus irmãos num dia e no seguinte defendê-los com unhas e dentes.

- Mães de meninos têm dificuldade em entender a necessidade das brincadeiras de luta (eu! eu!). Mas estudos dizem que isso ensina formas aceitáveis de contato físico, limites (o que machuca) e a controlar o excesso. Humpf, então tá, né? rs

- Mesmo sendo aprendizado, é importante ficar de olho: se houver intimidação, agressão real ou perigo, é preciso parar a brincadeira imediatamente. Ajuda bastante ter regras bem claras (que ninguém fique machucado, que nada seja quebrado, que todos estejam querendo e gostando, etc).

Livros que podem ajudar:

- Criando Irmãos Felizes e Amigos - Jan Parker e Jan Stimpson - Ed. Best Seller
- Domando sua Ferinha 2 - dr. Christopher Green - Ed. Fundamento
- Guia das Famílias Felizes - John Irvine - Ed. Fundamento

Dica de viagem - mais um pouco de Caldas Novas

Não adianta, mesmo longe eu continuo apaixonada por Caldas Novas. Antes (de Brasília) eram umas 4 ou 5 horas, agora são quase 8 (São Paulo), mas ainda topo a empreitada de vez em quando. É bem verdade que agora tem vôos daqui para lá, mas eu ainda não testei. Fiz uma pesquisa rápida pela internet com uma data qualquer em março e encontrei vôos da Azul com vários preços: o mais barato foi R$ 289 e o mais caro R$ 419.

Vista do nosso quarto no Le Jardin: metade do parque aquático.
Enfim, das duas últimas vezes que fui testei um novo hotel que eu ainda não conhecia. Na verdade, dois. Vou explicar: quando fui fazer orçamento na Pousada do Ipê, por sugestão da minha amiga Paula Dini, acabei descobrindo que eles têm vários apartamentos no novo hotel Le Jardin, que também já tinha chamado a minha atenção. Se você escolhe está opção, com meia pensão por exemplo, deve ir à Pousada para tomar café e almoçar e tem acesso aos dois parques aquáticos (os hotéis são um em frente ao outro, na mesma rua).

Quando fui em julho com a minha mãe, fazíamos do seguinte jeito: levantávamos e íamos tomar café. Ficávamos no parque aquático da Pousada até a hora do almoço, quando a gente comia e voltava para o Le Jardin para dormir um pouquinho. Aí levantávamos uma hora, uma hora e meia depois e ficávamos na piscina até a fome bater, quando a gente ia jantar na cidade. Quando fomos agora em dezembro foi tudo diferente, dependia do que as crianças queriam, ficávamos indo de um parque aquático para outro e nem jantávamos, acabamos comendo petiscos várias vezes...rs

Vista da piscina infantil. do Le Jardin Clique para ampliar
Algumas das piscinas da Pousada do Ipê

Nas brincadeiras de Natal do Le Jardin

Se liga que em Caldas Novas o sinal da TIM é péssimo e o Wi-Fi do Le Jardin é pior ainda. Mal e mal pega nos quartos, na piscina nem pensar. Sem contar que por ter muitos apartamentos e só 3 elevadores, nas horas de pico fica ruim descer ou subir (sorte que os apartamentos de propriedade do Ipê ficam no terceiro andar, dá para ir de escada). Na Pousada do Ipê o Wi-Fi é muuuuuuito melhor e pega direitinho nas piscinas.

Vista interna do Le Jardin
Outra coisa que testamos e gostamos bastante foi o parque aquático do diRoma, o Aqua Park\Splash . A gente gosta bastante do Hot Park e até já falei dele aqui. Mas a gente estava com preguiça de dirigir até lá, pagar o estacionamento caro, andar tudo aquilo, brincar o dia todo e dirigir tudo de volta, cansado. Então resolvemos testar o do diRoma, que é dentro de Caldas Novas mesmo. Não é tão grande quanto o Hot Park e não tem tanta coisa, mas também não tem tanta gente e tem coisas bem legais. Sem contar que você tem direito a sair uma vez e voltar, então fomos almoçar na Pousada do Ipê e voltamos depois pra continuar a brincadeira. Valeu a pena.

Vitor mostrando a parte infantil do diRoma Splash

Navio da parte infantil e, ao fundo, parte da montanha que tem vários toboáguas.

Piscina de ondas do diRoma Aqua Park

Rio lento do diRoma Splash

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