Quando o pequeno gesto vira um grande gesto

Muitas pessoas acham que, para fazer a diferença, é preciso fazer algo grandioso. E esquecem que os pequenos gestos também podem mudar muita coisa. Ao invés de fazer as pequenas coisas, essas pessoas reclamam, criticam, fazem o tão famoso "ativismo de sofá". Acham que o mundo está todo errado e precisa mudar urgentemente. Mas não elas e nem se depender delas, ah não! As coisas precisam mudar, desde que elas não precisem sair do sofá e da frente do Facebook. Por isso, hoje eu vou contar uma história.


Era uma vez um abrigo, no interior do Rio de Janeiro, que ajudava um montão de crianças. Eles tinham um certo número de voluntários, que se desdobravam para fazer a diferença. Conseguiram reformar o local e melhorar a qualidade de vida de quem morava ali. Mas aconteceu um incêndio e queimou tudo. Durante algum tempo, as crianças nem tinham onde dormir.

Um desses voluntários comentou a situação com um amigo, em Angra dos Reis. Esse amigo viajou para a casa da filha, em São Paulo, e comentou a situação com o neto, de dez anos. A partir daí, começou a mudança. Ele fez, sozinho, um cartaz e um folheto, pedindo doações (a bem da verdade, a mãe corrigiu os erros ortográficos...hehehe). Ele falou com a diretora da escola e pediu para divulgar a campanha. Ele falou com a chefe escoteira e pediu o mesmo.


Durante dois meses arrecadamos aproximadamente mil peças de roupas, brinquedos, roupas de cama, alimentos não perecíveis. Cada doação que chegava era um pulo de alegria que o menino dava. Ele ajudou a contar as peças, a separar roupas de crianças, adultos, homens, mulheres... Ele ajudou a carregar quando chegavam e ajudou a carregar quando saíram. É claro que ele não fez tudo sozinho (e nem seria justo que fizesse), mas foi dele a iniciativa e ele ajudou no que podia, até mais do que podia.



Um motoclube e uma transportadora ajudaram as doações a chegar em seu destino e fazer outras crianças felizes. E isso não tem preço. Foi um pequeno gesto que não vai mudar o mundo, mas que já mudou a vida de muitas pessoas, inclusive a minha.


Por isso, quero fazer aqui alguns agradecimentos. Primeiro para o meu filho Vítor, que foi quem teve a iniciativa e a disposição de tocar essa campanha. Parabéns, meu filho amado, nem posso dizer o tanto que estou orgulhosa de você. 
Maurício Rosa
João Veríssimo
Depois ao meu pai Maurício Rosa e seu amigo João Veríssimo, que nos contaram das necessidades e fizeram todo o meio de campo para que as doações pudessem viajar.



Agradeço ao Colégio do Tremembé, por permitir que o Vítor divulgasse a campanha e recebesse as doações. Obrigada a todos os pais, mães e crianças que ajudaram.


Agradeço ao Grupo Escoteiro Ararigboia por divulgar a campanha e receber as doações. Obrigada a cada pai, mãe, chefe e jovem que ajudou.


Agradeço ao Motoclube Bodes do Asfalto de Angra dos Reis, de Guapimirim, de Teresópolis e de São Paulo, por terem viabilizado a campanha, conseguindo transporte, embalando e entregando as doações.


E agradeço as transportadoras J. Tenório Logística e Transporte e  MAV Transporte e Logística por, tão gentilmente, transportarem as doações.

Quem quiser ajudar a Associação Lar Criança Feliz, basta olhar na fan page deles o que está faltando: https://www.facebook.com/AssociacaoLarCriancaFeliz

E para finalizar, a todos que participaram, um agradecimento à moda escoteira: bravo, bravo, bravíssimo!!


Plantas que devem ser evitadas quando se tem crianças e animais

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Quase todo mundo adora uma plantinha, não é verdade? Pode até não saber cuidar, matá-las em todas as tentativas, mas a maior parte das pessoas adora. O que muita gente não sabe é que não basta escolher uma planta bonitinha, comprar e cuidar. Se você tem crianças ou animais em casa são precisos certos cuidados especiais, algumas plantas são tóxicas, outras têm espinhos ou folhas que cortam. Além disso, mesmo sem ter em casa, muitas delas estão espalhadas por praças e parques. Por isso, todo cuidado é pouco.

É importante orientar as crianças sobre não colocar na boca plantas encontradas na rua, mesmo que achem que são conhecidas. As vezes um fruto parece algum já conhecido, mas não é o que a criança pensa que é. Sem contar que crianças são naturalmente curiosas, o que incentiva a ingestão de coisas que ela desconhece. Por esse motivo, se você tem plantas em casa deve evitar usar torta de mamona como adubo, dando preferência a substratos orgânicos não tóxicos.

Se, mesmo com todos os cuidados, seu filho ou animal ingerir uma planta tóxica procure atendimento médico imediatamente e leve uma parte da planta para que possa ser identificada pelo profissional.



Quais plantas evitar:

Pela toxidade: comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia amoena), alamanda (Alamanda catártica), mamona (Ricinus communis), espirradeira (Nerium oleander), mandioca-brava (Manihot esculenta), chapéu-de-napoleão (Thevertia peruviana), avelós (Euphorbia tirucalli), guine (Petiveria alliacea), carambola (Averrhoa carambola), jasmim manga (Plumeria rubra), leiteiro vermelho (Euphorbia cotinifolia)

Pelos espinhos: coroa-de-cristo (Euphorbia milii), fênix (Phoenix roebelenii), cactos, babosa (Aloes arborescens, Aloe vera), Azevinho (Ilex aquifolium), Asparagus (Asparagus myriocladus, setaceus, densiflorus ‘Sprengeri’ ou falcatus)

Folhas pontiagudas: agaves, yuccas (Yucca filamentosa ou guatemalensis), raphis (Raphis excelsa).

Atração de insetos: lantana (Lantana camara), Camarão amarelo (Pachystachys lutea), Camarao vermelho (Pachystachys spicata), dama-da-noite (Cestrum nocturnum), Manaca-de-cheiro (Brunfelsia uniflora).

Fonte: site Ciclo Vivo

Rio 2: nós fomos!!

(...e adoramos)


Essa semana fomos, a convite da Fox, assistir ao filme Rio 2. Devo confessar que estava em uma mistura de emoções, porque gostei bastante do primeiro, mas tinha visto algumas pessoas que não tinham gostado dessa continuação.

Não poderia estar mais errada (ainda bem). Adoramos o filme, que tem imagens lindas e músicas contagiantes. No final, Alice pediu para levantar e ficou sambando...rsrs Também adoramos as cenas de várias cidades brasileiras que passam no começo do filme, quando eles fazem a viagem até a Amazônia. Dá para imaginar a alegria do Vítor quando viu a Ponte JK, de Brasília, não é?



Para os pequenos a história pode ser um pouco complexa, mas eles entendem o básico e se encantam com as imagens, que são lindas e bem coloridas. Para os maiores, além do que já falei acima, também há uma importante mensagem ecológica. Aliás, uma excelente opção para o filme com temática ecológica que é pedido no Ramo Escoteiro, na etapa de Pista/Trilha.

Sinopse: A arara azul Blu vive feliz no Rio de Janeiro ao lado da companheira Jade e seus três filhotes, Carla, Bia e Tiago. Seus donos, Linda e Túlio, estão agora na floresta amazônica, fazendo novas pesquisas. Por acaso eles encontram a pena de uma ararinha azul, o que pode significar que Blu e sua família não sejam os últimos da espécie. Após vê-los em uma reportagem na TV, Jade insiste para que eles partam para a Amazônia. Blu inicialmente reluta, mas acaba aceitando a ideia. Assim, toda a família parte em uma viagem pelo interior do Brasil rumo à floresta amazônica sem imaginar que, logo ao chegar, encontrarão um velho inimigo: Nigel.

Metamorfose

Hoje, milagrosamente, eu me vi com vontade de escrever no blog. Não que eu tenha esquecido dele, pelo contrário, penso nisso todos os dias, várias vezes por dia. Mas não sinto vontade de dizer nada, compartilhar nada. Engraçado pensar que há algum tempo atrás qualquer detalhe virava um post, hoje não tenho mais tanta vontade de compartilhar como tinha antigamente. Venho passando por uma metamorfose interna e externa

Enfim, senti vontade de vir ao blog porque pensei em como as pessoas acham que existe uma fórmula mágica para emagrecer sem esforço. E mesmo as dietas mais "milagrosas" (se é que isso existe) exigem um grande esforço, nada vem de graça.

Comecei meu processo de emagrecimento em julho do ano passado. Em três meses emagreci 10 quilos, mas de outubro em diante virou tudo uma bagunça, até dezembro não emagreci nada e em janeiro engordei 6 quilos. Retomei as coisas com mais garra no começo de fevereiro e, de lá para cá, já mandei embora os 6 quilos recuperados e emagreci outros 3.


Em setembro de 2012, bem antes de começar a dieta.
Em março de 2014.
Mas esse é um processo lento e que exige muito. Ninguém vai emagrecer da noite para o dia e sem esforço, a não ser que esteja com alguma doença grave. Eu mudei completamente a minha alimentação e condicionei o meu corpo a querer exercício físico. Enquanto estou aqui escrevendo, minha cabeça não pára de me lembrar de que tenho natação daqui a 40 minutos. Por mais preguiça que eu esteja, ou até mesmo morrendo de cólicas (como hoje) eu me obrigo a nadar de terça a sexta. Posso não fazer esteira ou caminhar no parque todos os dias, mas me obrigo a nadar. Porque sei que me faz bem, porque eu sempre me sinto bem depois que estou dentro da água e porque sempre me animo quando vejo os resultados na balança.

Essa semana tem sido particularmente difícil. Eu normalmente não sou muito fã de doces, nem mesmo na tpm, mas a desse mês veio com tudo. E haja meios de saciar a vontade sem enfiar o pé na jaca, porque o que mais tem por aí é opção gostosa e engordativa. Mas estou orgulhosa de mim, porque tenho feito o meu melhor possível, escolhendo as opções mais saudáveis e menos calóricas. Pode parecer simples, mas não é e só quem está passando por isso sabe do que eu estou falando. É preciso muita força de vontade e garra, emagrecer de verdade não é para os fracos.

Ainda tenho um longo caminho a percorrer, ainda faltam 15 quilos para serem eliminados. Mas cada vez que eu subo na balança, cada vez que uma roupa fica larga em mim, eu me sinto feliz e orgulhosa do meu esforço. Mesmo que ninguém note, mesmo que ninguém saiba, isso é uma vitória interna minha, que me alegra imensamente. E nem digo que não notam ou não saibam porque ninguém se importa não, é porque meu emagrecimento não é tão visível assim, mesmo tendo saído dos 92 quilos para 79. Mas, para mim, saber disso já é o mais importante.

E o que eu queria quando pensei em vir ao blog e falar tudo isso? Algo que não tenho feito muito por aqui, compartilhar. Dizer que é difícil, que dá trabalho, mas é muito recompensador. Então, se você está no mesmo caminho que eu, não desista. A luz no fim do túnel pode estar longe (como está para mim), mas as pequenas recompensas do meio do caminho nos motivam a continuar.
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