Por que não agimos nas redes sociais da mesma forma que agimos na vida real?


No meu condomínio tem um morador que transformou sua garagem numa varanda. Eu não concordo com ele, pois todas as fachadas das casas deveriam ser iguais e isso modifica a fachada da casa dele. Mas eu não fui lá bater na porta dele reclamar, não fui lá com o pé no peito, não disse a ele palavras agressivas. Eu simplesmente acho não tenho nada com isso e que, se o síndico perguntar a minha opinião, eu darei. Isso não me faz não ter opinião, isso não me torna omissa, isso simplesmente se chama educação.

Bem, mas as pessoas não costumam pensar assim quando estão na internet. Elas vêem uma postagem sua e acreditam que por ser uma postagem pública, elas têm o direito de expor grosseiramente suas opiniões contrárias. Veja bem, a varanda/garagem do meu vizinho também está do lado de fora, eu poderia dizer que se ele colocou lá para todos verem eu tenho o direito de opinar, não é verdade? Mas não, eu não tenho (pelo menos não grosseiramente). Se você tem uma opinião contrária à opinião de quem fez a postagem, você tem o direito de comentar educadamente o que você acha (ficar na sua também é uma opção...rs). Pode ser que a pessoa que postou não seja do tipo educada ou receptiva a comentários contrários, mas você fez a sua parte. Mas eu sinceramente acredito que quem chega em post alheio causando quer aparecer. Assim como os que querem te obrigar a aceitar a opinião deles e desistem de conversar quando não conseguem.

Algumas pessoas acham que, por estar atrás do celular, por não estar vendo quem está do outro lado, pode-se falar o que quiser, do jeito que quiser. Ainda mais porque muitos acham que sabem tudo da sua vida porque te seguem no Facebook ou no Instagram. Então, se eu sigo você nas redes sociais e "conheço tudo" da sua vida, então eu tenho todo o direito de dar pitaco do jeito que eu quiser, não é verdade? Gente, pode até parecer, mas internet não é terra de ninguém. Precisamos urgentemente aprender a agir nas redes sociais da mesma forma que agimos face a face. Da mesma forma que eu não vou lá ser grosseira com o meu vizinho, eu também não devo ser grosseira com as pessoas nas redes sociais. É uma equação simples, basta apenas aplicar.

Píppi Meialonga em versão para crianças pequenas


Eu sempre ouvi minhas amigas falarem muito bem da Píppi Meialonga, mas ainda não tinha lido os livros dela. Até que recebemos da Companhia das Letrinhas o novo livro "Você conhece a Píppi Meialonga?", li junto com a Alice e amamos!! Um dia fomos até a biblioteca e ela descobriu lá os livros originais, ficou radiante. Acontece que a versão original deste clássico da literatura infantil, publicada em 3 volumes, tem cerca de 150 páginas e por isso são lidos por crianças maiores, com a leitura mais desenvolvida. 

Então descobri que esta edição especial que recebemos da nossa parceira Companhia das Letrinhas foi lançada recentemente e tem o objetivo de apresentar a Píppi também às crianças menores, utilizando as ilustrações dos livros originais. Nosso veredicto? Completamente aprovado!

Sinopse: Quando Píppi Meialonga chega na Vila Vilekula, os irmãos Tom e Aninha ficam bastante felizes, pois queriam muito uma nova amiga. E eles têm uma grande surpresa ao descobrir que Píppi é uma menina diferente de qualquer outra: ela é tão forte que consegue carregar um cavalo sozinha e tão habilidosa que, ao mesmo tempo que faz tranças no cabelo, amarra os sapatos. 

Ficha técnica:
Autora: Astrid Lindgren
Ilustradora: Ingrid Nyman
Número de páginas: 32

Se você tem filhos maiores e se interessou pela versão original, aí vai a foto de dois deles, que pegamos na biblioteca Prof. Nelson Foot, em Jundiaí/SP:


Eu não sou uma mãe boazinha

Provavelmente você se assustou com o título desse post. Mas garanto que você não leu errado, é isso mesmo: eu não sou uma mãe boazinha. Na verdade já ouvi muito dos outros "nossa, como você é má" ou "você é muito brava". Sim, não sou uma mãe boazinha.

Eu deixo que meus filhos façam a mochila deles sozinhos. Sim, eventualmente eles esquecem estojos, cadernos e afins, mas eu não saio de casa no meio da tarde para levar nada disso se encontro por aqui (a não ser que seja algo muito importante). O pior que aconteceu até hoje foi ter que pedir um lápis emprestado para o colega, eles sobrevivem. E aprendem, porque comparativamente com os amiguinhos que as mães fazem tudo, esquecem mais do que os meus.

Eu não sou boazinha porque não arrumo a cama deles todos os dias, isso é tarefa deles. E por falar em tarefa, cada um deles tem uma lista a cumprir: dar comida para os gatos, limpar a caixa de areia, tirar o prato da mesa e lavar. Eventualmente eles também me ajudam com outras tarefas como estender roupas, varrer a casa, varrer a garagem, de acordo com o grau de desenvolvimento deles. Ah, também não tem café da manhã na mesa prontinho todos os dias. Eu ensinei os dois e juntos fazemos o que vamos comer. Se eu estou muito cansada ou doente e eles acordaram antes de mim, eles fazem sozinhos e nem me chamam.

Ainda não acabou, tem muito mais: eu não faço trabalho escolar para eles e não corrijo dever de casa. Na verdade, só sento para ajudar num dever de casa em casos muito esporádicos, o que significa que as vezes eles levam algum item errado. Aliás, esse é o pedido de todas as professoras que eles tiveram até hoje, mas mesmo assim ainda me olham com estranheza quando conto que faço isso. No escotismo, as especialidades que eles pediram para que eu avaliasse foram realmente avaliadas, com olhar de chefe. Eles realmente precisam cumprir os itens, eu ajudo no que for necessário, mas não faço por eles.

Eu não sou uma mãe boazinha, mas ensino a viver e estou sempre por perto para apoiar e ensinar quando eles erram. Não sou boazinha, mas abraço e beijo, estou sempre pronta para ajudar no que for preciso, principalmente quando vejo que eles realmente estão dispostos. Posso não ser boazinha, mas me considero uma boa mãe e eles já me disseram várias vezes que acham isso também. Então acho que estou no caminho certo.

Vamos ajudar? Campanha de financiamento coletivo de livro sobre criança com paralisia cerebral



Nina é uma menina que anda com a ajuda de uma cadeira de rodas e faz tratamento médico, em função de uma paralisia cerebral. Ela conhece Antônio, o Tony, de 9 anos, e os dois logo começam uma amizade muito especial porque ser cheia de aprendizado e descobertas. A história dessas duas crianças, que se encontraram nas suas semelhanças e diferenças, é contada pela escritora Marismar Borém no livro “Tony e Nina - Uma história de afeto”.

Para criar a Nina, a autora se inspirou nas crianças do Novo Céu, instituição filantrópica sem fins lucrativos que há 25 anos acolhe pessoas com paralisia cerebral em Contagem/MG. A instituição queria contar essa história de uma forma alegre e envolvente e foi aí que encontrou a Educore, um grupo de autores, educadores, pais e entusiastas da infância que trabalham em prol da educação de qualidade por meio da formação moral e ética das crianças.

O livro “Tony e Nina - Uma história de afeto”, que leva o selo Pedagogicamente Responsável da Educore, é fruto dessa parceria inédita e para que ele se torne realidade está sendo lançada uma campanha de financiamento coletivo.



Como contribuir

Para colaborar com a produção do livro é só acessar a plataforma infanciar.juntos.com.vc/novoceu  e escolher a melhor forma de apoio. Em cada faixa de valor doado são oferecidas diversas recompensas. Você também pode ajudar divulgando a campanha. O financiamento vai viabilizar a produção e impressão de três mil exemplares, que vão contribuir para uma educação mais cidadã de milhares de crianças. Além disso, toda a venda da obra será revertida para a manutenção da casa e melhorias na infraestrutura.

Campanha de arrecadação de livros - Jundiaí

Mora em Jundiaí? Tem livros em casa e não vai ler mais? Não sabe o que fazer com eles? Então aproveite a última semana de arrecadação da campanha do meu filho, que é escoteiro no Grupo Escoteiro Jundiá. Os detalhes dos locais de arrecadação estão abaixo:


Pokémon Go: como garantir a segurança das crianças e ainda aproveitar um tempo com elas


Recentemente a Niantic lançou no Brasil o aplicativo de realidade aumentada,  Pokémon Go. Com este aplicativo a pessoa precisa caminhar para encontrar os pokémons e capturá-los. Da mesma forma que aconteceu em outros países, o jogo também virou febre aqui no Brasil e já se ouve muito mimimi sobre o assunto, inclusive com publicação de diversas notícias falsas.

Mas o que fazer? O aplicativo realmente oferece riscos? Bem, vou começar dizendo: jogue com seu filho. Não há melhor forma de você saber se algo é realmente bom ou ruim a não ser experimentando. Eu entendo que nem todo mundo tem muita afinidade com esses jogos modernos, eu mesma não dou muita bola. Mas se eu quero saber, preciso testar. E vou confessar: estou curtindo! Mais por acompanhar as crianças e ver que elas estão felizes por eu estar com elas do que realmente por jogar. E, por estar jogando com meus filhos, posso dizer que o Pokémon Go oferece os mesmos riscos que o whatsapp ou o Facebook quando utilizados na rua. Ou seja, o problema não é o aplicativo e sim o usuário.

A primeira coisa que precisamos ter em mente é: crianças não têm juízo (e adolescentes são crianças grandes, também não têm juízo). Quem precisa ter juízo somos nós, os adultos. Quanto antes as pessoas aceitarem isso, menos problemas terão em suas vidas. Tendo isso em mente, não ache que seu filho vai prestar atenção em outras coisas que não sejam o jogo, crianças são assim. Portanto cabe aos adultos se certificarem de que a criança estará em local seguro e acompanhada. Nos últimos dias eu tenho saído com os dois para que possam jogar, mas o Vítor já me pediu para ir com os amigos. Antes de deixar eu impus um monte de regras: deve ser com um grupo relativamente grande de amigos, deve ser num parque (eles esquecem que existem ruas), eles não devem se afastar muito uns dos outros. E eu devo ficar por lá também, afinal Alice também vai querer jogar e eu prefiro estar por perto do Vítor caso seja necessário (sem estar grudada nele o tempo todo).

Para complementar este post, recebi esses dias umas dicas da Norton sobre o aplicativo e achei interessante compartilhar aqui também, com algumas alterações e complementos meus:

1. Cuidado com estranhos. O jogo não envolve interação com outros jogadores na vida real, mas sempre acabamos puxando papo com um ou outro. De certa forma isso é legal, porque eles fazem novas amizades. Mas pessoas mais velhas também jogam e isso pode ser um problema, pois não há como garantir que tipo de pessoa é. Sem contar que criminosos podem se aproveitar disso para roubar as vítimas. Por isto, caso não possa supervisionar a criança, sempre a oriente a sair em grupos grandes de amigos. 

2. Estabeleça limites. Para capturar os Pokémons, é necessário caminhar pelas ruas. Estabelecer limites para que as crianças não explorem locais muito afastados sozinhas.

3. Fique atento à “Lure” de estranhos. O “Lure” é um item que serve para atrair Pokémons a Pokéstops. Quando um jogador utiliza o item, todos os usuários próximos conseguem ver e se aproveitar deste recurso. É possível que criminosos o usem para atrair vítimas a um local. Oriente as crianças sobre este perigo e defina um local seguro (ex.: um shopping próximo) para que elas possam brincar tranquilamente.

4. Controle as compras dentro do aplicativo. Assim como muitos outros jogos, o Pokémon Go oferece compras dentro do aplicativo e os pais precisam supervisionar esta opção de perto por meio de um controle parental no dispositivo. No caso do iOS, a Apple possui um recurso chamado “Pedir para Comprar”, que irá alertar sempre que alguém da família tentar comprar ou baixar algo e lhe pedirá permissão. Já para dispositivos Android, o Google Play Store possui uma opção de autenticação para compras dentro de aplicativos. Mantenha sempre estas opções ativadas.

5. Apesar do jogo avisar com uma vibração e uma música diferente na hora que um pokémon aparece, as crianças ficam completamente hipnotizadas pela tela. Fique atento para ruas, árvores, raízes, meio-fios e afins.

6. Se seus filhos são mais velhos e sairão de carro com amigos para jogar, certifique-se de que o motorista não irá jogar enquanto dirige. Uma espécie de "amigo da vez" para o jogo.

7.  Muitos parques estão reclamando de desrespeito das regras por parte dos jogadores, como pisar em plantas raras, desligar tomadas de bebedouros para carregar celulares e jogar lixo no chão. Ensine seu filho a respeitar o local onde ele está.

Boa captura! Divirtam-se!

Testamos - Descobrindo o Islã no Brasil


Antes de receber o livro Descobrindo o Islã no Brasil, da jornalista e escritora Karla Lima, eu li dois artigos sobre a obra. Mas nada me preparou para o que eu ia encontrar de verdade: um mergulho numa religião controversa, comumente retratada como radical, violenta e perigosa. Antes de ler eu considerava que sabia pouco sobre o Islã, mas confesso que sentia um pouco de pena das mulheres que seguiam esta religião, achava que a vida delas era super restrita e sofrida.

Descobrindo o Islã me mostrou uma religião "comum" com pontos altos e baixos, sem todo o radicalismo que eu jurava que tinha e cujas maçãs podres é que são radicais, que deturpam os ensinamentos básicos do Islã. Karla Lima conta um pouco sobre o que é o Islamismo, como vivem os muçulmanos e muçulmanas no Brasil (e em alguns outros países), como conciliam os requisitos de sua fé com a vida em um país com costumes tão diferentes.

Para escrever o livro a autora entrevistou diversos muçulmanos/as, de diferentes nacionalidades, sexo e idades. No começo estranhei um pouco o fato dela ter colocado as falas dos entrevistados exatamente do jeito que eles falam, mas depois me acostumei e, no fim, li que isso foi uma opção dela para preservar a literalidade do que eles disseram. Além das entrevistas, Karla também fez várias pesquisas em livros, jornais e revistas. Ela também conversou com estudiosos do Islã.

Ao publicar o livro no Instagram do blog, como sempre faço com todos os livros que eu leio, dei nota 4,5 (1 a 5) para Descobrindo o Islã no Brasil. As pessoas podem estar se perguntando: se ela gostou tanto, porque não deu nota 5? E eu respondo: a única coisa que senti falta foi um capítulo exclusivo sobre a experiência de uma semana que ela teve vivendo como muçulmana, usando inclusive o hijab. Imagino que ela não tenha feito isso porque não era o objetivo do livro, mas eu amaria saber mais detalhes desta experiência além do que ela colocou.

Se você tem interesse em saber mais sobre o Islamismo e os muçulmanos ou se apenas é um curioso, como eu, recomendo muito a leitura. Karla Lima sabe ser sincera e falar do que gostou e desgostou sem ofender, inclusive dando sua opinião sobre o motivo pelo qual o Islã tem tanta má fama, sendo que os radicais são minoria e os demais discordam deles radicalmente. Aliás, opinião com a qual concordei bastante.

Aproveito para agradecer à autora pelo envio do livro. Foi uma leitura ainda mais rica do que eu imaginava.

Serviço:

Descobrindo o Islã no Brasil
Autora: Karla Lima
Editora : Hedra

FICHA TÉCNICA

Número de páginas 190 ISBN 9788577154722
Encadernação Brochura
Peso 0.27 kg
Ano de lançamento 2016

Assista aqui ao booktrailer do livro:


Testamos - livro Garota Perfeita (resenha)


A Editora Planeta nos enviou durante as férias um exemplar do lançamento da Mary Kubica, A Garota Perfeita. Eu já tinha visto bons comentários sobre ele, mas com a correria das férias e outros livros na frente, ainda não tinha conseguido parar para ler (até porque o livro chegou em Jundiaí enquanto eu estava em Brasília...rs

Confesso que a primeira impressão que tive não foi muito boa, porque recentemente li um livro chamado A Mulher Perfeita que era praticamente uma cópia do Garota Exemplar. Então esse título e a sinopse me deixaram meio com o pé atrás. Mas eu não poderia estar mais enganada (não sobre o título, este poderia ser outro): apesar de falar sobre desaparecimento, a história é completamente diferente (ufa).

Mas vamos à sinopse do livro primeiro, antes dos meus comentários?

"Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juiz James Dennett de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida.

Colin, o homem que conhece num bar, a sequestra e a confina numa isolada cabana, em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum pedido de resgate à familia da garota. O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investigações sobre o paradeiro de Mia. Encontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso.

Quando a encontra, porém, a professora esté em choque e não consegue se lembrar de nada, nem como foi parar no seu gélido cativeiro, nem porque foi sequestrada ou mesmo quem foi o mandante. Conseguirá ela recobrar a memória e denunciar o verdadeiro vilão desta história?"

Este é o tipo de história que você vai se envolvendo, ficando com raiva de uns, torcendo por outros, quase gritando pro personagem tomar vergonha hahahaha Eu geralmente fico confusa com livros cuja história fica alternando entre passado e presente, mas em A Garota Perfeita eu só fiquei meio perdida no comecinho, logo peguei o jeito e fiquei aguardando ansiosamente os desdobramentos. 

A história já seria muito boa por si só, mas o epílogo muda tudo, faz com que este livro tenha um final incrível e surpreendente! Eu sei que não contei muito aqui, mas é difícil contar sem fazer spoiler, então você vai precisar ler para saber mais. E se ler, me conte depois o que achou!

Música, circo e contação de histórias esquentam a programação do Espaço de Leitura no mês de julho

  
EXPOSIÇÃO

A LEITURA DA LEITURA – maneiras de ler
De quarta a domingo, das 9 às 18 horas
Até 31 de julho

Cenografia: Barão di Sarno e Raphael Franco (Instituto A Cidade Precisa de Você)

Obras expostas: Sarau Visual
Propomos aos leitores e públicos um mergulho em outras formas de leituras. Nos painéis espalhados pelo Espaço, sugerimos que a atenção dos pequenos se voltem para as leituras que a natureza, o corpo, a história e a oralidade podem proporcionar. Já no quiosque expositivo, a exposição sugere múltiplas possibilidades de apreciação e revela que a estrutura física, a materialidade e o formato de um livro também são parte da experiência leitora.

Indicado para todas as idades

Sábado, 9 de julho
Das 11h às 12h
Oficina educativa
maiúsculos & MINÚSCULOS – “Dinos no Parque”
Com Filipe Falcone e Rafael Ribeiro Lucio
A conversa se inicia com o livro “Dinos” do Brasil de Luiz Eduardo Anelli. Depois, todos os participantes ativam sua imaginação e saem em busca de possíveis fósseis pelo parque da Água Branca. Por último, recriam dinossauros com base na estrutura apresentada pelo livro.
Indicado para crianças com mais de 3 anos.

Das 15h às 16h
MEDIAÇÃO DE LIVROS
Com Maiana Monteiro e Marina Melo
Os educadores fazem a mediação de livros do acervo do Espaço de Leitura.
Indicado para todas as idades.

Domingo, 10 julho
Das 11h às 12h
Oficina educativa
maiúsculos & MINÚSCULOS – “Aperte Aqui”
Com Maiana Monteiro e Marina Melo
O que será que acontece depois que a gente aperta um botão? Um convite para ação e reação, jogo e dispositivo acontece depois desse livro de Hervé Tullet.
Indicado para crianças com mais de 3 anos.

Das 15h às 16h
Apresentação circense
ANDARILHO
Com Victor Abreu e Flávio Falcone
Dois andarilhos viajantes chegam a uma nova praça onde são protagonistas numa roda de rua. A dupla apresenta uma série de números misturando música, dança, malabares e acrobacia. Inspirados nas cartas do Tarô, Victor Abreu e Flávio Falcone dão vida a personagens arquetípicos como o Louco, o Rei e a Morte. Transformação, magia e muita cara-de-pau fazem parte da essência desses dois palhaços loucos.
Indicado para todas as idades.

Sábado, 16 de julho
Das 11h às 12h
Oficina educativa
maiúsculos & MINÚSCULOS “Trocoscópio”
Com Ana Ferreira Santos e Renato Nonato
A partir da proposta apresentada pelo autor Bernardo Carvalho no livro "Trocoscópio”, os educadores desafiam os participantes a criar, recriar e transformar a paisagem do parque com muitas cores.
Indicado para crianças com mais de 3 anos.

Das 15h às 16h
Mediação de livros
ENCONTROS DE LEITORES D'A TABA E DO ESPAÇO DE LEITURA
Com A Taba e educadores do Espaço de Leitura
A leitura é uma experiência muito mais interessante quando pode ser compartilhada. Ler junto, trocar impressões sobre um texto, conversar sobre as palavras dos autores e as imagens dos ilustradores pode revelar surpresas e descobertas sobre a obra e também sobre nós mesmos.
Por isso, uma vez por mês, todos os interessados estão convidados a participar do Encontro de leitores para ler e conversar sobre os livros selecionados pela Taba para cada tipo de leitor.
A Taba é uma empresa especializada em curadoria de livros infantis e juvenis com o objetivo formar uma aldeia, um coletivo de pessoas que vive e experimenta leituras. Formada por uma equipe independente de especialistas em literatura infantil e juvenil, professores, narradores orais, bibliotecários e pais, A Taba divulga conteúdos relacionados ao livro, aos leitores e à leitura em uma plataforma virtual (www.ataba.com.br) na qual é possível encontrar livros lidos, selecionados, resenhados e classificados para cada tipo de leitor e de experiência leitora.
Indicado para todas as idades.


Domingo, 17 de julho
Das 11h às 12h
Oficina educativa
maiúsculos & MINÚSCULOS – “Telefone sem fio”
Com Anna Veliago Costa e Martin Smit
Depois da mediação do livro “Telefone sem fio” de Ilan Breman, crianças e adultos brincam de telefone sem fio com os títulos do acervo do Espaço de Leitura. Os participantes desenham o que entenderam do nome do livro sussurrado no ouvido e, assim, é possível visualizar a mudança da palavra ou da frase. Depois são convidados a conhecer esses livros.
Indicado para crianças com mais de 3 anos.

Das 15h às 16h
Apresentação de hip-hop e bate papo
MC SOFFIA
Com MC Soffia
A rapper mirim trará suas músicas e fará um bate-papo com o público do Espaço de Leitura conversando sobre o orgulho de ser negra e sobre racismo. MC Soffia começou a sua carreira aos 6 anos de idade, logo após participar do projeto "O Futuro do Hip Hop". A menina já gostava de cantar e, em uma das oficinas, observou um amigo cantando e se apaixonou pela música, pelo hip hop. Para começar sua trajetória, contou com a ajuda de MC 100% que foi autor de duas músicas para suas apresentações nas oficinas.

Indicado para todas as idades.

Sábado, 23 de julho

Das 11h às 12h
Oficina educativa
maiúsculos & MINÚSCULOS – “Dominó de livros”
Com Filipe Falcone e Maiana Monteiro
O público é convidado a explorar os quiosques do Espaço de Leitura com a missão de achar cinco livros (cada) que chamem a atenção. Depois, esses livros viram peças de um dominó de associação de capas. Ao jogar, é necessário justificar a relação.
Indicado para crianças com mais de 3 anos.

Das 15h às 16h
Meu Amigo Livro - Mediação de Leitura
TECENDO SABERES
Com Marie Ange Bordas
Com contação de história, bate-papo e uma pequena exposição, o projeto Tecendo Saberes traz para o Espaço de Leitura um pouquinho da sabedoria das crianças da Amazônia. Num bate-papo, a artista e escritora Marie Ange Bordas falará sobre sua trajetória e do projeto que idealizou com crianças de cinco comunidades quilombolas do Baixo Amazonas no Pará e crianças do povo indígena Huni Kuĩ do Acre. Marie Ange criou com as crianças livros e vídeos que falam dessas culturas tradicionais através do olhar da infância. Por meio de um processo participativo, com atividades lúdicas, conversas e muita troca, crianças e jovens protagonizaram o levantamento do conteúdo dos livros “Manual das crianças do Baixo Amazonas” e “Manual das crianças Huni Kuĩ”. As crianças também produziram desenhos e fotografias que ilustram os livros e mostram suas vidas entre a floresta e os rios amazônicos na região Norte do Brasil.

Indicado para todas as idades.


Domingo, 24 de julho
Das 11h às 12h
Oficina educativa
maiúsculos & MINÚSCULOS – “Onde vivem os monstros”
Com Marina Melo e Rafael Ribeiro Lucio
Depois da leitura do livro “Onde vivem os monstros” de Maurice Sendak, os educadores propõem que cada família crie seu próprio monstro e imagine onde ele poderia habitar.
Indicado para crianças com mais de 3 anos.

Das 15h às 16h
Narração de histórias
TECENDO SABERES DAS CRIANÇAS DO BAIXO AMAZONAS
Com Conto em Cantos
Quebrar castanhas, salvar um cachorro da barriga de uma sucuri, ouvir o assobio da Matinta Perera, fazer brinquedos de palha e madeira... Estas são algumas das experiências e sabedorias das crianças quilombolas do Baixo Amazonas que você vai conhecer neste passeio com as atrizes e contadoras de histórias Juliana Offenbecker e Priscila Harder. A partir do livro “Manual das crianças do Baixo Amazonas”, da artista Marie Ange Bordas em parceria com crianças de comunidades do Pará, a dupla brinca de misturar lendas, causos e muitos saberes e fazeres locais com brincadeiras, instrumentos e objetos trazidos da região amazônica.
Indicado para todas as idades.

Sábado, 30 de julho
Das 11h às 12h
Mediação de leitura para primeira infância
A POESIA DE TATIANA BELINKY PARA MÃES E BEBÊS
Com Literatura de Berço, coordenação Cassia Bittens
Criado em 2013, o Literatura de Berçorealiza encontros literários com mulheres no puerpério (com bebês de até 15 meses). O Literatura de Berço proporciona às mães momentos de prazer com a leitura, o que incentiva a formação a prática também nos pequenos. 

Indicado para pais, mães, cuidadores e bebês de até 15 meses.


Das 15h às 16h
Sarau
SUPERSÔNICO – O SARAU DO ESPAÇO DE LEITURA
Com palhaço Adão
A proposta é compartilhar textos e poemas da literatura infantil e infantojuvenil num espaço aberto onde todos podem participar. Venham munidos de suas palavras ou escolham um texto na seleção de livros do Espaço de Leitura!  É só chegar e botar a boca no trombone!
su.per.sô.ni.co adj (super+sônico1. Diz-se das vibrações e ondas sonoras, de frequência maior que a que o ouvido humano pode perceber. 2. Relativo ao que se move com velocidade superior à do som no ar; ultrassônico. (Diconário Michaelis)
Indicado para todas as idades.


Sábado, 31 de julho
Das 11h às 12h
Oficina educativa
maiúsculos & MINÚSCULOS – “A Roda de Leitura”
Com Ana Ferreira Santos e Martin Smit
Brincadeira inventada pelos educadores do Espaço de Leitura para a exposição “A Leitura da Leitura”, com roletas que indicam uma ação, um objeto e um tipo de registro. Quem quiser ler o mundo de forma diferente, gira as rodas e ganha um desafio!
Indicado para crianças com mais de 3 anos.

Das 15h às 16h
Apresentação musical com oficina
EMBATUCADORES
Com Grupo Embatucadores
A performance do Grupo Embatucadores é parte do processo de musicalização dos alunos que participam do Projeto na Escola Estadual Prof. Flamínio Fávero do Jardim Vista Alegre. Materiais reutilizados se transformam em instrumentos que, com movimentos, ritmos, melodias, sincronismo e muita criatividade, ilustram os diversos números da apresentação e os valores desenvolvidos pelos alunos.
Indicado para todas as idades.

FEIRA DE TROCA DE LIVROS*
Todo domingo, das 14h às 17h
Simples: você traz um livro e troca por outro. Oportunidade bacana para renovar sua biblioteca. A cada 10 livros trocados, você ganha mais um!
*como o foco do projeto é a literatura, não aceitamos livros religiosos, técnicos ou didáticos. E nem livros deteriorados.
Indicado para todas as idades.

Exposição 1 Minutinho com o Senninha estreia nas estações da Linha 4-Amarela de metrô



Você tem um minuto? Esse é o tempo que os passageiros da Linha 4-Amarela precisam para se divertir e resolver os passatempos da exposição 1 Minutinho com o Senninha, que estreia nesta terça-feira (5) na Estação Faria Lima e prossegue até 2 de agosto.

A iniciativa, parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a ViaQuatro, concessionária responsável pela operação da linha, oferece aos usuários  atividades  visuais que estimulam raciocínio e concentração enquanto divulgam mensagens de cidadania e sustentabilidade de forma lúdica.

No espaço, os usuários também podem conhecer o personagem Senninha, um menino de seis anos idealizado pelo piloto Ayrton Senna, que adora velocidade e tem o sonho de ser piloto de Fórmula 1.

“O Senninha está a toda velocidade em 2016. Recentemente, relançamos o personagem, marcamos presença na TV com o desenho animado Zupt! Com o Senninha e seguimos com eventos para aproximar o personagem das novas gerações. A parceria com a ViaQuatro certamente será um sucesso já que conseguiremos levar os valores do personagem para um grande número de pessoas que passam diariamente pelas estações de metrô”, afirma Mauro Ratto, gerente executivo do Núcleo Senninha do Instituto Ayrton Senna.

Serviço

Exposição 1 Minutinho com o Senninha

• 5 de julho a 2 de agosto – Estação Faria Lima
• 3 de agosto a 5 de setembro – Estação Fradique
Coutinho
• 6 de setembro a 3 de outubro – Estação Paulista

Feira Book Lovers Kids tem nova edição no Shopping Vila Olímpia


 A feira de livros Book Lovers Kids está em nova edição no Shopping Vila Olímpia, com o tema Big Sale e oferecendo mais de 3 mil títulos a preços a partir de R$ 5. Acontecendo na Praça de Eventos do shopping, de 16 de junho a 31 de julho, a feira promete muitas aventuras, emoções e sorrisos com o universo literário de mais de 3 mil livros, com preços a partir de R$ 5.

Com preços acessíveis, a feira tem como objetivo promover o acesso e o incentivo à leitura para crianças e adolescentes. Segundo a organização do evento, a proposta desta edição é lembrar que ao comprarmos um livro levamos também emoções, histórias e fantasias que podemos ver através dos olhos encantados das crianças ao folhearem os livros.

O evento é gratuito e as crianças podem entrar e manusear os livros à vontade. Há temas desde os clássicos da literatura infantil, como os livros de dinossauros, mágica, de colorir, livros em inglês, além dos livros de personagens e desenhos conhecidos das crianças como a Barbie, Hot Wheels, Polly, entre outros. Com certeza as crianças encontrarão o seu preferido.

No 2° Piso, o mini lounge Book Lovers Kids receberá aos domingos contações de histórias. Durante a semana, nesse espaço, as crianças poderão folhear alguns livros e assistir à vídeos de contações de histórias do projeto “Além do Encantamento”, uma parceria da Book Lovers Kids com a Fundação EDUCAR DPascoal. São 20 histórias disponíveis contadas de forma lúdica, que irão estimular o interesse das crianças por histórias.

A feira funciona de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; aos domingos, das 14h às 20h.

Programação

26/06, às 15h - Dupla de atores: Repórter Maluco + Sombra
03/07, às 15h - Tricotando Palavras
10/07, às 15h - Tricotando Palavras
17/07, às 15h- Show de Marionetes e Cantigas de Roda
24/07, às 15h - Show de Marionetes e Cantigas de Roda

Serviço: 

Book Lovers Kids - Shopping Vila Olímpia

Gratuita

Período: De 16 de junho a 31 de julho

Horário: Segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; aos domingos, das 14h às 20h.
Local: Praça de Eventos - Térreo

Endereço: Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia – São Paulo

Informações: 4003-4173 www.shoppingvilaolimpia.com.br

Horário de funcionamento do ShoppingVilaOlímpia: de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h

Valores de estacionamento:

Estacionamento Convencional: Até 2 horas - R$ 13,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

Estacionamento VIP: Até 1 hora - R$ 20,00 / Demais (por hora) + R$ 9,00

Estacionamento Motos: Até 2 horas - R$ 9,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50




Testamos - livro Filhos Brilhantes Alunos Fascinantes, Augusto Cury



Eu costumo dizer que nossos jovens de hoje em dia são de uma uma geração que quer o sucesso sem fazer esforço. E rápido, de preferência. Então, quando li esse livro doAugusto Cury enviado pela nossa parceira, Editora Planeta, achei que ele exemplificava isso com louvor. Já na sinopse ele fala que o jovem de hoje quer tudo rápido, pronto, sem elaborar e sem batalhas para conquistar. Não sabe unir disciplina com sonhos e procura usar processos mágicos para lidar com suas perdas e frustrações. Não tem proteção emocional. São derrotados pelos padrões de beleza, rejeições, ciúmes, perdas, timidez, provas escolares, decepções.

Este livro conta histórias diferentes em cada capítulo, mas todas ligadas a uma história maior. São jovens e adultos portadores de conflitos, que foram feridos pela vida, rejeitados socialmente, desacreditados, mas que conseguiram encontrar força na fragilidade e dignidade na dor. Augusto Cury fala diretamente com os jovens sobre seus conflitos e desafios. Aborda questões importantes para o amadurecimento de suas mentes e os prepara não para o sucesso, mas para aprenderem que derrotas e frustrações também fazem parte da vida e eles precisam estar preparados para elas também.

Eu gostei tanto deste livro, que foi feito em forma de história para agradar aos adolescentes, que pedi ao Vítor para ler também. Ele me contou que gostou muito do capítulo que fala sobre as brincadeiras feitas na escola ou entre amigos, que na verdade humilham e diminuem. E disse que isso fez com que ele repensasse alguns dos comportamentos que ele estava tendo. Também gostou do capítulo que fala sobre irmãos e que isso fez com que ele visse o comportamento da Alice de outra forma.

Ficha técnica:

Filhos Brilhantes Alunos Fascinantes
Augusto Cury
Data de publicação: 01/08/2015
144 páginas
ISBN: 978-85-422-0554-1
Código: 10131770
Formato: 14 x 21 cm.
Apresentação: Brochura com orelhas
Coleção: Outro

Testamos - Alice Através do Espelho (filme)



Há alguns dias assisti, a convite da Disney, ao filme Alice Através do Espelho. Eu adorei o primeiro e assisti muitas vezes, então dá pra imaginar a ansiedade que eu estava para ver esse, não é?

Nesse filme Alice retorna ao fantástico mundo de Wonderland e viaja no tempo para salvar o Chapeleiro Maluco. Ela passou os últimos anos seguindo os passos de seu pai e navegando os oceanos. No seu retorno a Londres, ela se depara com um espelho mágico e retorna a Wonderland e seus amigos o Coelho Branco (Sheen), a lagarta Absolem (Rickman), O Gato (Fry) e o Chapeleiro Maluco (Depp), que não é ele mesmo. 



O Chapeleiro perdeu sua “maluquice”, então Mirana – a Rainha Banca (Hathaway) – envia Alice em uma jornada em busca da Cronosfera, um globo metálico que fica dentro da câmara do Grande Relógio que controla todo o tempo. 

Retornando ao passado, ela reencontra amigos - e inimigos - em momentos diferentes de suas vidas, e embarca em uma perigosa corrida para salvar o Chapeleiro antes que o tempo se acabe.

 Faz muito tempo que li o livro que deu nome ao filme,mas pelo pouco que me lembro a história é totalmente diferente. No primeiro eles usaram a justificativa de que era o retorno de Alice depois da 1a ida dela, mas desta vez não vi nada assim.

De qualquer modo o filme é lindo é super envolvente. Aliás, dessa vez recomendo assistir em 3D, coisa que eu raramente acho necessário. As imagens são impressionantes de qualquer forma, mas em 3D ganham  um charme a mais.

E se quiser ler uma versão simplificada do original da Alice Através do Espelho, a Coleções Folha lançou recentemente uma. Faz parte da Coleção Minha Primeira Biblioteca e pode ser encontrada nas bancas ou no site da Folha.

Piquenique Dia do Brincar - Jundiaí

Seus filhos brincam tanto quanto você gostaria que eles brincassem? Sabia que uma pesquisa recente mostrou que crianças têm menos tempo ao ar livre do que criminosos em uma penitenciária?



Que tal aproveitar o feriadão para levar seus filhos para brincar fora de casa e mudar um pouquinho esta estatística? No dia 28 de maio, eu e a professora de dança Ana Raquel iremos promover um Piquenique no Jardim Botânico de Jundiaí, com troca de livros infantis, brincadeiras de rua, músicas e muito mais! Confira abaixo a programação:

10 horas - Início (abertura da feira de troca de livros e gibis)

10h30 - Construção de instrumentos musicais

11 horas - Brincadeiras musicais

11h30 - Troca de Cards

12h30 - Brincadeiras de Rua

13h30 - Bate papo sobre a importância do brincar

14h30 - Jogos de antigamente

15h30 - Dança de Roda

16 horas - encerramento

O Piquenique Dia do Brincar faz parte da Semana Mundial do Brincar (SMB), organizado pela Aliança pela Infância. A SMB é uma grande mobilização para sensibilizar a sociedade sobre a importância do brincar e a essência da criança, com o objetivo de mostrar que o brincar é fundamenta para a construção de uma infância digna.

Seus filhos brincam o suficiente?


Vamos incentivar nossos filhos a brincar!

Pesquisas acadêmicas mostram que brincar ativamente é a forma primária e natural pela qual as crianças aprendem e é essencial para o crescimento saudável. Porém, muitas vezes o ‘brincar’ é negligenciado, como uma atividade sem importância, sem qualquer finalidade. Consequentemente, há uma crescente e alarmante tendência que aponta para a redução do brincar livre nos hábitos das crianças.

Recentemente saiu o resultado de uma pesquisa feita pela empresa  Edelman Berland a pedido da OMO com 12.000 pais ao redor do mundo. Entre outras coisas, a pesquisa demonstrou que: 

- 94% dos pais brasileiros acreditam que, sem oportunidades para brincar,a aprendizagem das crianças pode ser prejudicada;

- 97% dos pais acreditam que brincar ao ar livre ajuda crianças a desenvolverem habilidades importantes, algumas delas não aprendidas na sala de aula;

- 84% das crianças brasileiras brincam ao ar livre durante 2 horas ou menos por dia;

- 40% das crianças no Brasil têm uma hora ou menos por dia ao ar livre;

- 6% das crianças nunca brincam ao ar livre em um dia normal;

- 89% dos pais acha que as crianças não conseguem brincar o tanto quanto deveriam;

- Metade dos pais diz não contar com ambientes adequados onde seus filhos possam brincar;

- Metade dos pais diz não ter tempo para brincar ao ar livre com seus filhos;

- 95% dos pais concordam que, conforme a tecnologia vem ficando mais popular, as brincadeiras tradicionais estão desaparecendo;

- 9 em cada 10 (89%) pais dizem que seus filhos preferem esportes virtuais a esportes na “vida real”;

- 84% acham que as crianças são mais criativas quando brincam sem tecnologia;

Dito tudo isso, vamos a algumas considerações que estou querendo fazer desde que recebi os dados desta pesquisa. Eu tenho filhos e vivo no mesmo século que as demais pessoas, então claro que entendo que a vida que nós temos hoje é diferente da vida que eu tinha quando era criança, principalmente em relação à tecnologia. Também entendo que a tecnologia faz parte da vida das crianças e que até tem seus benefícios. Mas queria ressaltar a parte da responsabilidade disso tudo que cabe a nós, os pais. Afinal, quem define o que as crianças vão fazer, quem entrega o tablet na mão delas, quem define quantas horas serão utilizadas para cada atividade? 

Cabe a nós incentivar o brincar livre, direcionar as brincadeiras para longe das tecnologias, delimitar o número de horas que a criança pode ficar na frente da tv. Eu sei que para a grande maioria dos pais não dá para passear ao ar livre com o filho durante a semana, mas e no fim de semana? Por que não ir a um parque, uma praça, um parquinho? Que tal aproveitar a tecnologia e descobrir os programas legais que existem por aí? Faça um piquenique, ensine-a a pular corda ou soltar pipa. Relembre seus momentos da infância!

Que tal reduzir a quantidade de cursos que a criança faz durante a semana? Criança náo precisa praticar 3 esportes e falar 3 línguas, ela será mais feliz se tiver tempo para brincar! Que tal colocar no Movimento Escoteiro? Todo sábado eu vejo mais de 40 crianças que ficam por 4 horas sem nenhum aparelho eletrônico e todas elas saem de lá com a carinha muito feliz

Vamos repensar nossas atitudes e incentivar nossos filhos a ter uma infância mais feliz!!

DIY - Como fazer uma fonte bebedouro para seus gatos

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Quem tem gato já sabe a novela: quantas vezes você não pegou seu gato em cima da pia, bebendo água da torneira? Ou tentando entrar no box e lamber o chão? Ou pior ainda, quase caindo dentro do vaso sanitário! Isso porque a vasilha dele está lá cheia e bonita. só de enfeite...

Tem um monte de coisas por trás desse comportamento: seu a água está ao lado da comida o instinto animal deles diz que pode estar contaminada; água parada cria microorganismos que humanos não vêem e não sentem o cheiro, mas o gato sim, o que o leva a achar que a água não está boa para o consumo; as vezes a vasilha é pequena e o gato molha os bigodes ou os encosta na beirada, outra coisa que eles não gostam.

Aí você vai no Pet Shop e vê a solução: uma fonte! Perfeito! E cai dura no instante seguinte, quando vê que a fonte mais barata custa 200 reais. A M-A-I-S B-A-R-A-T-A!

Então vou te ensinar a solução, uma fonte feita em casa que vai custar em torno de 50 reais. Essa eu e Vítor fizemos em conjunto, ele pesquisou. eu comprei os itens e ele executou. Dá pra fazer mais cheia de firula, mas adolescentes que amam raciocínio lógico só querem saber do prático e pra mim tá ótimo assim mesmo...kkkkk

Você vai precisar de:

- Um copo plástico com canudo flexível;
- Uma vasilha funda e larga;
- Uma bomba de aquário (achei por 40 reais, mas não pesquisei em muitos lugares)
- Cola quente;

Como fazer:

- Faça um furo na lateral do copo, bem perto do fundo (a água vai entrar por aí);

- Faça outro furo na mesma reta do primeiro, mas na borda (o fio vai passar por aí);




- Cole o copo no fundo da vasilha com cola quente;

- Encaixe o canudo do copo na saída da bomba;

- Coloque bomba e canudo no fundo do copo, coloque o fio no buraco de cima;



- Coloque um arame por dentro do canudo, para que ele fique virado para baixo;

- Coloque bastante água na sua fonte e ligue!


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